domingo, 17 de julho de 2011

Quem é o dono da Verdade? (parte 2)



A expressão “meter a real” tá fortemente ligada a uma postura arrogante e intolerante. É aquele que detém o conhecimento supremo sobre os não iluminados (matrixianos). Os Guerreiros da Real são ex-matrixianos que um dia encontraram a luz (leram N.A., participaram de alguma comunidade “da real” ou se tornaram seguidores de algum “profeta da real” e agora espalham A REAL pelo mundo).

A arrogância é um sentimento ruim na maioria das vezes. Às vezes sou arrogante, mas jamais com os meus amigos, com aqueles que me consideram e me tratam com respeito. Mas tem momentos em que devo ser arrogante e mostrar quem sou, pois parece que alguns ainda não me conhecem. De vez em quando, numa comunidades dessas, vem um membro da “real” me encher o saco e me dar lição de moral. Vem me criticar sem me conhecer, sem nunce ter tido uma única conversa comigo pelo MSN ou e-mail, e logo vem ditando como devo viver minha vida, me considerando um necessitado de ajuda, preso num mundo ilusório, cego pela ignorância e paixão. Falam que estão aconselhando, porém conselho você dá a aqueles que você conhece. Quando você se preocupa, tenta conhecer seus problemas e, só assim, você diz de maneira construtiva o que ele PODE (e não DEVE) fazer. Chegar para quem você não conhece e ditar o que ele deve fazer, chamando-o de ignorante (direta ou indiretamente) não é conselho, no máximo é um palpite. Dar palpite é algo tipicamente feminino.



O conceito de “real” está estritamente ligado com “matrix”. Só conhece a real quem saiu da matrix, isto é, o mundo das ilusões e veio para o mundo REAL. É aquele que preferiu a pílula vermelha à azul e agora é um guerreiro que está acima das demias pessoas por deter um conhecimento que poucos estão praparados para ter.

A arrogância não para por aí. Ao classificar como matrixiano todo homem que se relaciona com mulheres de maneira adulta e sadia, estão alegando que os únicos a machos viris da História da Humanidade são eles. Desde que o Homem começou a escrever suas primeiras narrativas (mais de 5 mil anos), o tema “amor” sempre esteve ligado fortemente na literatura, incluindo histórias de guerreiros e heróis mitologicos: Hércules, Odisseu, Ares, Zeus, Odin, Perseu, Teseu, Rodrigo “El Cid”, Rei Arthur, Lancelot, Siegfried, todos estes homens se envolveram com mulheres e alguns tiveram problemas por causa delas, será que todos estes eram matrixianos desonrados? Estes mitos refletem o povo de sua época e seus pensamentos. A Idade Média criou a figura do cavaleiro gentil, o que arriscava sua vida para salvar uma dama de valor inestimável e no final, este era recompensado com todo o seu amor e fidelidade. Sim, concordo que é uma ilusão acreditar neste amor idealizado e na figura feminina com tantas virtudes, principalmente nos dias de hoje. O problema está em ridiculzarizar, detonar todos os homens que buscam manter um relacionamento. Esta é o radicalismo pregado por alguns, que passaram da fase do Marriage Strike (Greve de Casamento) para o Relationship Strike (Greve de Relacionamento/Namoro).

Se eu tivesse que classificar alguém como matrixiano, eu também incluiria estes que acrditam que existe uma conspiração feminina para acabar com todos os homens. Não é exatamemte estar num mundo de ilusão, mas estar num tipo de cegueira ou com visão limitada, como a daqueles pobres cavalos que só conseguem enxergar alguns metros à sua frente. Mas prefiro não ficar nesta troca de “Quem é o iludido.”, até mesmo porque nunca chegaremos a um consenso.

Acreditar que são os salvadores do mundo, que descobriram algo que ninguém ainda não havia descoberto (A Real) e querer impor isso a todo mundo é de uma presunção tão grande quanto a que as feminazis tem. Por isso, a “real” não me representa. Eu sou um antifeminista, machista esclarescido. Eu luto contra este movimento político e ideológico (como se existisse movimento político que não fosse ideológico...) feito por mulheres desajustadas e apoiada por homens de caráter fraco e covardes. Minha luta contra o feminismo consiste no resgate dos antigos valores familiares, da masculinidade e feminilidade tradicionais. Eu acredito que ainda é possível ter uma família tradicional, mas sei também que nada será como antes e entendo que tenho de fazer pequenas concessões. Não acredito no casamento como a busca da felicidade, mas como a base para a criação de uma família. Não defendo outra forma de família que não seja a formada por um casal (um par formado por um macho e uma fêmea, ambos adultos e da mesma espécie, com o consetimento mútuo) devidamente casado e vivendo hamonicamente em seus respectivos lugares, ajudando-se mutuamente. Quem defende filho fora do casamento não pode ser considerado honrado.

Assim como repudio as feministas por sua presunção de se acharem donas da verdade e criticarem todas suas antepassadas ao chamarem-nas de “preguiçosas e parasitas” (porque estas não “trabalhavam”, só ficavam em casa cuidando de criança) e por achar que nós, homens, devemos mudar hábitos seculares somente porque elas acham que estamos errados, eu não vou compactuar com sujeitos que pensam ser os “Paladinos de uma Nova Era”. Descobriram a Real e agora saem por aí, tentando convencer todos os homens a largarem suas namoradas e esposas, mesmo que até então estes não tivessem nada a reclamar sobre elas. Assim como as feminazis conhecem todos os homens e alegam que nenhum presta e todos são opressores por natureza, os paladinos da real conhecem todas as mulheres. Não precisa conhecer mais nenhuma, nenhuma presta, todas são interesseiras e aproveitadoras por natureza. A mulher que não adere ao feminismo é uma traidora. O homem que não aceita a real é um alienado, um matrixiano que talvez jamais saia da fase de negação (ele negará até a morte a Verdade pregada pelos paladinos da real).

Para concluir, quero deixar claro que a minha crítica vai aos extremistas.


Existem muitos caras legais, inteligentes e que respeito muito que se autodenominam “guerreiros da real”. O problema não é ser anti-casamento, anti-namoro, mas é a presunção de se achar superior aos que pensam de modo diferente. É tomar seu conhecimento como o único caminho para a Evolução e denegrir a memória de seus antepassados. É achar que aquele seu colega de comunidade é um otário por ele manter um relacionamento com uma mulher que lha faz bem. O Marriage e o Relationship Strike devem ser opcionais, dentro daquilo que cada um escolheu para si. Cada um de nós tem suas necessidades e motivos para querer se relacionar ou não. Assim como sou a favor do casamento, entendo aqueles que não pretendem se casar. Um homem ou uma mulher podem ser felizes sem casar e constituirem família? Quem sabe? Talvez seja menos comum, mas podem; porém, eu ainda acredito que a família é a coisa mais importante que existe, tanto para o homem quanto para a mulher. Quando jovens, nossa família são nossos pais e irmãos. Mas com a idade, perdemos nossos pais, nossos irmãos constituem suas próprias famílias e nós viramos apenas parentes. Querer formar família para não envelhecer só não é covardia, mas bom senso. Covardia é deixar de se relacionar com mulher por medo de se apaixonar por uma vagabunda.

Se o sujeito conhece a “real”, então ele não precisa temer, já que ele saberá distinguir muito bem as intertesseiras das que não são. Aceitar que toda mulher é vadia, é aceitar que a própria mãe também o é. Alegar que no tempo de nossas mães existiam boas moças e que hoje não existem mais, mostra uma ignorância tremenda. A revolução feminista tem mais de 40 anos. Nossa mães (de 90% de nós, pelo menos) era criança nesta época ou nasceu depois, portanto, sob um mundo de mulheres “modernas e livres”. Como podem existir tanta vagabunda hoje, mesmo tendo sido criadas pelas mulheres decentes de outrora? Ou será que a educação de casa não conta? Isso tudo deve ser analisado, cada caso é um caso e não adianta, temos que levar em conta muitas exceções. Definir se a vagabundagem feminina é natural ou fruto de uma educação feminista é uma delas.

Quero deixar claro com este artigo a minha posição em relação a certas coisas. Sou contra o Feminismo, jamais contra o sexo feminino. Acredito na existência de homens e mulheres honrados, mas sei que estes são EXCEÇÃO. Sou contra ideologias totalitárias, baseadas na raiva e não na racionalidade. Sou a favor da família tradicional, do Estado forte, mas que respita as liberdades individuais, da religião como orientadora na vida dos cidadãos, do resgate de antigos valores masculinos e na sua valorização. Defendo a valorização das mulheres de bem, da sua história de apoio, amor, carinho, dedicação aos homens que fizerem deste mundo um mundo melhor. Meu blog é, sim, um blog masculinista (no sentido empregado atualmente, o de valorização do homem tradicional e antifeminista) e que também trata de relacionamento e lados obscuros (porque não dá para falar só de um lado sem falar o do outro), porém, pouco reconhecido por não “meter real”. Mas ainda prefiro continuar assim, não mudarei minha postura para conseguir meia dúzia de “seguidores” que, na maioria das vezes, são moleques revoltados e coroas misóginos. Eu ainda prezo mais qualidade do que números.

24 comentários:

Mauricio Trindade disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mauricio Trindade disse...

Muito bom Lobo, como sempre.Não sei porque,mas desde que eu comecei a participar da OLODM, nunca utilizei expressões como "matrixiano", "meter a real" "mangina", "capitão salva putas", na verdade, penso que meu senso crítico já há muito era aguçado por isso tenho tendência a desprezar rótulos e chavões. Outra coisa, é que apesar de todos esses anos participando, nunca li Nessahan Alita, não por falta de interesse, já baixei o livro Como Lidar com Mulheres, mas sempre fico adiando a leitura, penso que se eu lesse logo no início, provalmente eu teria algum sitoma destes extremistas, não por causa da obra de Nessahan em si, mas sim pela distorção que muitos fazem da sua obra, isso é porque alguns leitores sensatos dizem que a obra nessahaniana foi distorcida por muitos guerreiros da real. Sempre quis ficar mais próximo das mentes sensatas como na comunidade Antifeminismo e Reflexões Masculinas, sendo que esta última é muitas vezes chamada de "Reflexões Manginas", vê se pode! Prova de que há mesmo muito radicalismo destes sujeitos.

Professor disse...

O casamento,para formação da família, é bom, apesar das leis absurdas existentes no Brasil.

Como ser psicológico e social,o homem precisa do relacionamento sério.

Porto disse...

Eu estava pensando: ser um "guerreiro da Real" não seria o mesmo que ser um misógino? Questiono isso porque, assim como os misóginos, os 'guerreiros' defendem a idéia de que o homem que se relaciona com uma mulher além do sexo é um homem iludido, frouxo e merecedor de punição. Antes de frequentar o blog eu já tinha uma idéia do que é um misógino, dos seus comportamentos e tal, mas esse lance aí da 'Real' só conheci aqui. Alguém compartilha do mesmo pensamento?

Indefinido disse...

"Às vezes sou arrogante, mas jamais com os meus amigos, com aqueles que me consideram e me tratam com respeito. Mas tem momentos em que devo ser arrogante e mostrar quem sou, pois parece que alguns ainda não me conhecem."

Isso é que é o ideal.Apenas na hora certa.Não com excessos como eles fazem.

Indefinido disse...

"Eu luto contra este movimento político e ideológico (como se existisse movimento político que não fosse ideológico...) feito por mulheres desajustadas e apoiada por homens de caráter fraco e covardes. Minha luta contra o feminismo consiste no resgate dos antigos valores familiares, da masculinidade e feminilidade tradicionais."

Perfeito!Sou desses também.Apesar de me exaltar.

Indefinido disse...

"Assim como repudio as feministas por sua presunção de se acharem donas da verdade e criticarem todas suas antepassadas ao chamarem-nas de “preguiçosas e parasitas” (porque estas não “trabalhavam”, só ficavam em casa cuidando de criança) e por achar que nós, homens, devemos mudar hábitos seculares somente porque elas acham que estamos errados"

Se fôssemos definir quem é a real,essa é que seria.Isso também acho ridículo no feminismo e o combato por isso também.

Indefinido disse...

"Sou contra o Feminismo, jamais contra o sexo feminino."

Essa que tem que ser a verdadeira filosofia antifeminista.De não generalização,incluisive,com relação as mesmas obrigações que nós defendemos.Pois nem todas compactuam com a sujeira feminista.Inclusive,devemos incentivar as mulheres honradas a se manifestarem,a estarem conosco.Esse é o caminho para vencermos essa influência nefasta que é o feminismo como ele se comporta.

barrosdelimaster disse...

As atitudes altivas e desdenhosas, a soberba, a insolência e o atrevimento de alguns naquelas comunidades foram as razões que eu deixei de debater lá. Este seu sentimento que está por trás de tuas palavras já foi experimentado por outros.

Minha participação foi muito pequena ou quase nada, pois logo de cara percebi um ambiente deveras carregado demais. Qualquer um que tivesse uma idéia diferente dos guerreiros da real ou que apenas bastasse ser de regiões diferentes das suas, era alvo de desrespeito. Donos do saber, fujam deles.
Logo percebi, apesar de nunca ter feito uma pesquisa a respeito, mas de seus discursos que muitos eram adolescentes ou rapazes muito novos que não viveram ainda a vida.
Pois esta lhes ensina muitas coisas. Para dizer que nunc ali N.A. li apenas um livro seu que trata do magnetismo nas relações pessoais, apesar de ter todos os seus livros. Muita coisa na vida se aprende vivendo, errando e tentando acertar. Exaltações todos tem em alum momento da vida. O processo de crescimento de um homem se dá por meio de erros e acertos, e, sobretudo, na tentativa de acertar e de não mais errar.

A lida com mulheres requer muito mais valor a si próprio do que mesmo vicio por elas. No fundo, lá no fundo tudo se resume ao homem, ao controle que o homem exerce. A mulher é quase que um ser que nasce para ser guiado. O que vejo atualmente é que tudo está mais relacionado com a fraqueza masculina do que mesmo com a força feminina. O que elas tem hoje em dia é apenas um apoio nunca dantes tido no Brasil, o Estado e tal tentativa de enfraquecer o homem em certos aspectos.

Mas no fundo é o homem ainda o senhor do mundo. Culpá-las por etudo, porém, é um risco grava tanto quanto inocentá-las. O que está faltando na postura do homem atual é uma dedicação maior de si próprio e a causa disto é que precisamos estudar, buscar, eliminá-la.

Tais comunidades são necessárias, mas como toda invenção humana, tende a sair do controle do ser humano.

Ótimo texto, muito bom você ter compartilhado este sentimento, garanto que muitos gostariam de fazê-lo.

Professor disse...

Li alguns posts na comunidade da central masculinista, e tenho observado que os sujeitos perderam a razão e o bom-senso; realmente se auto-intitulam os verdadeiros homens honrados.

De fato pregam que para ser honrado, não devem optar pelo casamento, filhos, enfim, pela família.

Pegaram ideologias como o "mito da mulher-exceção" e transformaram em uma doutrina que não pode ser contestada, bem como outras doutrinas, de modo que o mesmo que ousar confrontá-las é considerado desonrado,fraco,etc.

Como o Lobo afirmou, eles ficaram exatamente iguais às feministas que tanto afirmam combater!

Ainda consigo encontrar alguns homens que considero inteligentes,coerentes e maduros e leio seus textos, porém até os que parecem mais sábios soltam palavras sem conhecimento, a ainda afirmam estarem amparados por dados científicos! e por serem "famosos" a maioria ignorante e imatura seguem as "verdades científicas!" rs

São as supostas verdades que dão origem as maiores bizarrices e molecagens em blogs e comunidades do orkut, resultando nas "doutrinas masculinistas", e qual herege ousará opor-se?

Não sou velho, mas venho de uma época que mulheres, assim como homens, erravam e possuíam oportunidades de aprender com seus erros e mudar, diferente da ideologia banal de que "mulher não pode mudar, pois não existe mulher-exceção!"

Venho de uma época em que homem de verdade assume compromisso com sua mulher, casa-se com ela e constitui família, e não essa sem-vergonhice pregada pelos masculinistas( apenas por uma maioria ignorante) de que homem honrado relaciona-se com rameiras, por considerá-las mais honestas no amor.



Não sou seguidor de Nessahan Alita, tampouco concordo com tudo que ele diz,pois como ele mesmo afirma, trabalhamos pela construção do conhecimento e que seus livros não são a verdade absoluta, porém muitos seguiram alguns ensinamentos dele, para depois deturpar com o propósito do autor: preparar o homem para defender-se das artimanhas femininas nos relacionamentos, e inspirar os homens, de modo que pudessem evoluir para melhor na vida pessoal e nos relacionamentos, desde que estes fossem sinceros e monogâmicos.

Indefinido disse...

"A lida com mulheres requer muito mais valor a si próprio do que mesmo vicio por elas. No fundo, lá no fundo tudo se resume ao homem, ao controle que o homem exerce. A mulher é quase que um ser que nasce para ser guiado. O que vejo atualmente é que tudo está mais relacionado com a fraqueza masculina do que mesmo com a força feminina. O que elas tem hoje em dia é apenas um apoio nunca dantes tido no Brasil, o Estado e tal tentativa de enfraquecer o homem em certos aspectos.

Mas no fundo é o homem ainda o senhor do mundo. Culpá-las por etudo, porém, é um risco grava tanto quanto inocentá-las. O que está faltando na postura do homem atual é uma dedicação maior de si próprio e a causa disto é que precisamos estudar, buscar, eliminá-la."

Falou tudo Barros

Izabel disse...

Tirando o blog da Aline (mulheres virtuosas)que já frequento e gosto muito, tem algum blog que vc indica escrito por mulheres, que tem visão diferente do feminismo?

Se tiver me indique ok?

Abraços

Larissa disse...

O masculinismo da real tende à ser uma praga, justamente porque este tende à requisitar mudanças na postura das mulheres, ao invés de modificar a postura dos homens em relação à algo. No inicio julguei inexistente a presença do Movimento Masculinista ( o masculinismo sério, ao contrário do MMDR - Movimento Masculinista Da Real - ) em terras tupiniquins. Inclusive estava para entrar em desistência de procurar um Movimento Masculinista, datados pelos mandatos principais de Warren Farrell, ou seja, o masculinismo que NÃO é da real, o masculinismo que apesar de discordar do feminismo realmente é à favor de um equalismo entre homens, inclusive sendo à favor de um real equalismo, algo que na teoria ainda não existe, visando a falta de amparo estatal imininente ao homem, já estava achando que estava sozinho nesta luta contra o sexismo ao homem. Mas então tive meu primeiro contato com o MDI ( Masculinismo e Direitos Iguais )e percebi que não era um dos GdR's ( Guerreiros da Real, integrantes do MMDR )e que possuíamos ideais idênticos, isso me motivou bastante, afinal, estar sozinho em uma luta é quase que triplicar a exaustão. E olha que todo masculinista sabe o quão exaustivo é esta luta diária.

barrosdelimaster disse...

Eu ainda tenho lá minhas dúvidas e resistências com relação ao masculinismo. Por dois motivos: Um deles é um movimento como este venha a se tornar um feminismo disfarçado, apenas o outro lado da moeda. Outro, seria o fato de enxergar um pouco de esquisito homens ter que lutar por seu lugar através de um movimento político. Porque o que se percebe hoje com relação à exclusão masculina não é apenas política, mas algo também comportamental.
Entretanto, se em uma economia e sistema político que nós temos atualmente, onde apenas as categorias mais organizadas tem gozam de certas prerrogativas, e como as questões entre homens e mulheres foram “institucionalizadas”, transformadas em algo com se fosse partidos políticos, talvez a saída são os homens se organizarem mesmo para garantirem seus direitos.
Talvez nem sempre como aleguem algumas mulheres de que os homens não são sexo frágil, porque lutar por direitos? Mas por uma questão política, por uma questão ideológica mesmo que estão querendo eliminar as características masculinas da sociedade que, no fundo, a meu ver, é por questões econômicas mesmo. Ai para explicar isto vem questões como geopolítica, crise financeira, reestruturação do capitalismo oligopolista e financeiro, imperialismos e coisas e tal.
Neste sentido talvez o MM seja mais coerente do que o MMR porque há coisas que muitos não entendem. Na história da humanidade o ser humano sempre procura caminhar para frente. Nem sempre em linha reta, porém nunca retrocedendo quanto a mudanças e privilégios e direitos conquistados. Nenhum ser humano inteligente abre mão de privilégios de graça, porém seres humanos mais inteligentes ainda sabe que é preciso abrir mão de uma parcela de privilégios quando a questão da sobrevivência está em jogo. Falo sobrevivência tanto como ser vivo quanto como sobrevivência enquanto grupo social. Querem um exemplo: o mundo exige hoje que a mulher trabalhe não apenas os homens. Será muito raro apena sum homem, hoje em dia, apenas trabalhar para sustentar toda a família. Mesmo que muitas mulheres que conheço não gostarem de trabalhar fora de casa e deixar de cuidar dos filhos e da família. Só este fato muda significantemente a estrutura familiar e a vida do homem.
Ai entra a questão das mulheres. As mulheres não serão mais as mesmas. Elas não vão ser mais iguais as que existiram no passado e por razões que já expus e por razões lógicas. Daí, vejo que o passo é, ou elas enxergam a merda que estão fazendo, pois por mais que sejam manipuladas elas são seres pensantes e gozam de livre arbítrio, ou então seremos obrigados a cada vez mais buscarmos direitos e privilégios tanto quanto elas busquem. Caso contrário termos um colapso. Mas esperar que as mulheres seja com as do passado isso nunca mais vai acontecer.

Larissa disse...

Antes de tudo, acharia muito engraçado se um feminista viesse aqui ler o comentário do barrosdelimaster e utilizá-lo de princípio para exigir imediata destruição do movimento masculinista, já que é um tanto ilógico alguém que se diz feminista utilizar deste argumento, visando que o argumento é uma crítica ao próprio feminismo.

Mas bem barrosdelimaster, veja o porque que eu suponho que esta possibilidade seja extremamente remota.

De início, o masculinismo não é meramente o inverso do feminismo ( na verdade, o que este movimento é na TEORIA ). Ele não é basicamente um movimento, ele ultrapassa estes limites, sendo uma espécie de revolução no modo de vida do homem. Há também o fator da inexistência da agressividade e sinismo utilizadas pelo próprio movimento feminista ( quem sabe do assunto, sabe a que me refiro ), ainda mais quando o próprio movimento utiliza destes fatores para com o sexo oposto, o que não ocorre no masculinismo. Por ultimo, diferentemente do feminismo, o masculinismo possui braços, e não tende à unificar estes.

O que quero dizer?

Quero dizer que o masculinismo possui o masculinismo e o masculinismo da real, ambos como movimentos, no entanto, o movimento masculinista é um movimento separado do seu braço sexista, o que não ocorre no feminismo.

Tento lhe dizer que o braço sexista masculinista ( masculinismo da real ) é um braço à mercê do braço masculinista propriamente dito, inclusive os próprios masculinistas tendem à repudiar o masculinismo da real, exigindo certas normas para se integrar o masculinismo, evitando assim a presença dos famosos guerreiros da real, no âmbito igualitário do masculinismo.

Professor disse...

O RELATIONSHIP STRIKE é uma das coisas mais esdrúxulas que já tive o desprazer de ler; infelizmente é uma coisa apoiada pelo Silvio, que antes até tinha algum respeito, porém vejo que não passa de mais um radical.

Um dos mais radicais "donos da verdade" é o tal fake Romeu.

Molecagem e pseudo imagem de homens honrados, machões e sábios é o que tenho visto nesse movimento masculinista, onde a palavra deles é a lei, e opositores são traidores hereges.

"homem honrado não se relaciona nos dias atuais"; "cara, tu tá fudido, eu vou te esquartejar vivo.."

Será que dá para levar um moleque desses a sério? digo moleque porque ele, como muitos, tentam imitar o linguajar machão do Sílvio e do Doutrinador e caem no ridículo, parecem crianças sem personalidade.

Acredita realmente que imitando esse linguajar escroto fará com que seus argumentos tornem-se válidos e lógicos, mas à luz da ciência que eles mesmos defendem é totalmente possível provar o quanto estão equivocados em seus "argumentos lógicos"..rs

Já deixei a idéia para os maculinistas: se desejam mudanças reais e significativas, porque não criam sindicatos, associações e partidos políticos para exporem e defenderem suas posições, como homens valentes?

Ser dono da verdade, machão, sábio, "esquartejador de homens" e honrado pela rede é realmente muito fácil; até eu, na internet posso ser um Rambo,as feministas, santas e os gays enrustidos, mulheres.rs


Sou totalmente contra esses "STRIKES" tolos propostos pelos fodões da real.

LEANDRO CHH disse...

Como vai Lobo?
Legal seus textos. Gosto muito de lêr e encontrei nesse espaço muita coisa interessante que vale a pena lêr. Coisa rara na rede atualmente são blogues que mostram a verdade e fogem do maldito politicamente correto.
Estarei seguindo e acompanhando seu trabalho. Se desejar conhecer meu projeto no Construindo História Hoje. Fica aqui meu convite: http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com
Saudações cordiais.
Leandro CHH

Elaine Caun disse...

eu queria muito ser a garota da Idade Média citada! O problema é que o cavalheiro eu não acho!

Lobo Sagrado disse...

Maurício,

Não deixe de ler Nessahan Alita. Teve uma fase que cheguei a sentir raiva desse cara e suas obras por ver suas “crias”, mas quando li o último livro dele, onde ele faz um relato se explicando, se dissociando dos misóginos e defendendo o casamento, voltei a respeita-lo. Odeio admitir, mas quando li “Como lidar com as mulheres” pela primeira vez, apesar de ter gostado da obra, achei seu autor um bocado “frustrado” com as mulheres e meio misógino.

O problema não foi a obra, mas a linguagem utilizada. Me passou uma impressão de muito ressentimento.

Porto,

“Eu estava pensando: ser um "guerreiro da Real" não seria o mesmo que ser um misógino?”

Nem todos que se consideram “guerreiros da real” são misógnios revoltadinhos. Pelo contrário, existem sujeitos muito legais e com mais afinidades comigo do que com esses extremistas. A diferença é que eu repudio este rótulo, do qual sempre achei ridículo. Já os extremistas da real ficam doidos com aqueles que não são extremistas e chamam de “manginas” qualquer um que ouse tratar uma mulher (que não seja mãe) com respeito.

Barros,

“A lida com mulheres requer muito mais valor a si próprio do que mesmo vicio por elas. No fundo, lá no fundo tudo se resume ao homem, ao controle que o homem exerce. A mulher é quase que um ser que nasce para ser guiado. O que vejo atualmente é que tudo está mais relacionado com a fraqueza masculina do que mesmo com a força feminina. O que elas tem hoje em dia é apenas um apoio nunca dantes tido no Brasil, o Estado e tal tentativa de enfraquecer o homem em certos aspectos.”


Fale isso numa comunidade da “real” e os “mestres da real” vão te “meter a real”, te xingar da “matrixiano”, “mangina” e “desonrado”. Mais fácil do que admitir seus próprios erros e fraquezas é jogar a culpa exclusivamente nos outros. Coisa de covarde.

O que acho extremamente contraditório é um sujeito se dizer “guerreiro” e fugir da “guerra” (o relacionamento com uma mulher). Imagine se os espartanos tivessem fugido ao ver os milhares de soldados persas.


“Eu ainda tenho lá minhas dúvidas e resistências com relação ao masculinismo. Por dois motivos: Um deles é um movimento como este venha a se tornar um feminismo disfarçado, apenas o outro lado da moeda.”


Ele já é. Mas como existem mais de um vertente, podemos dizer que o que eu e alguns defendemos vai totalmente contra este também.


“Na história da humanidade o ser humano sempre procura caminhar para frente. Nem sempre em linha reta, porém nunca retrocedendo quanto a mudanças e privilégios e direitos conquistados. Nenhum ser humano inteligente abre mão de privilégios de graça, porém seres humanos mais inteligentes ainda sabe que é preciso abrir mão de uma parcela de privilégios quando a questão da sobrevivência está em jogo.”

Lobo Sagrado disse...

O lance das feministas é obter direitos iguais, mas não abri mão dos direitos esclusivos que antes elas tinham. Veja, essa “desigualdade” toda proclamada pelo movimento feminista é exagero. As mulheres sempre foram protegidas por muitas leis próprias, exatamente para compensar aquilo que antes era só direito masculino. Como agora elas tem o mesmo direito que os homens, fica sem sentido manter antigos direitos. Agora estes direitos são privilégios, pois estão além do que merecem e geram novas situações de desigualdade, só que desta vez invertem-se os lados.


“Mas esperar que as mulheres seja com as do passado isso nunca mais vai acontecer.”

Não vejo mal em desejarmos mulheres à moda antiga. Mulher trabalhar fora não é conseqüência do baixo salário do marido, mas o contrário. Foi a inserção das mulheres que baixou os salários dos homens, agora elas tem de trabalhar fora de todo o jeito.

Interessante uma coisa que li esses dias. Na Holanda, devido aos altos salários, muitas mulheres não trabalham fora. O marido ganha bem, o casal não tem maiores ambições e assim muitas mulheres cuidam do lar. Me surpreendeu saber que num país aparentemente tão feminista muitas mulheres fiquem cuidando da casa, principalmente se comparado aos seus vizinhos ricos (França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica).






Professor,

“Venho de uma época em que homem de verdade assume compromisso com sua mulher, casa-se com ela e constitui família, e não essa sem-vergonhice pregada pelos masculinistas( apenas por uma maioria ignorante) de que homem honrado relaciona-se com rameiras, por considerá-las mais honestas no amor.”

Se você buscar coerência no pensamento de alguns sujeitos aí, você ficará louco com tanta incoerência. Defendem a honra, mas são desonrados o suficiente para chamar a tua mulher (da qual não sabem nada) de puta. Dizem que lutam contra o feminismo e a favor das tradições, mas só reforçam o discurso feminista com greves de casamento, vitimismo barato e discursos cheios de ressentimento contra o sexo oposto.

Vou dar um exemplo que andei pensando esses dias, pretendo tratar sobre isso numa postagem futura.

Temos os Cavaleiros do Zodíaco e Atena. Eles dão a vida para protege-la, pois ela é um ser especial e fundamental para manter a paz no mundo. Eles são fortes e destemidos, prezam pela honra e a amizade.

Feministas vêem isso e falam do machismo. “Onde já se viu? Em pleno século XXI, uma mulher sendo tratada como “donzelinha”, sendo protegida por quatro marmanjos. Mulher nunca tem destaque na história, eles sempre são os heróis!”

Discurso da “real”: “Um monte de homem inflando o ego de uma vagabunda. Bando de manginas desonrados, fdp!”

Resultado, tanto feministas quanto os “masculinistas da real” concordam que este tipo de história é ridícula e ultrapassada. Agora me diz, onde está o antifeminismo aí?

No fundo, os dois grupos se odeiam porque um fala mal do outro. Só isso.


“Um dos mais radicais "donos da verdade" é o tal fake Romeu.”

O pior de tudo é que esse cara tem curso superior e mais de 40 anos de idade, mas age como se estivesse no ensino médio e não tivesse 18 anos completos.

Lobo Sagrado disse...

Izabel,

“Tirando o blog da Aline (mulheres virtuosas) que já frequento e gosto muito, tem algum blog que vc indica escrito por mulheres, que tem visão diferente do feminismo?

Se tiver me indique ok?”

Olha, tem um sobre uma brasileira que é muçulmana e relata como é viver num país muçulmano. Parece interessante.

http://www.amulhernoislam.com/

Sei que muitos cristão não simpatizam com a cultura (e religião) islâmica. Peço que dê uma olhada, sem preconceitos. Particularmente, gosto muito da cultura islâmica e os vejo como nossos aliados na luta contra a devassidão moral e social da qual vivemos.


Larissa,

Para ser sincero, não simpatizo com o masculinismo de Warren Farrel. Ainda reluto em usar o termo masculinismo por não ter certeza se a maioria dos que se dizem masculinista realmente defendem os valores que defendo.

Não luto pelo direito de ser dono de casa pra minha mulher trabalhar fora, nem quero seis meses de licença paternidade, não acho que mulher deve ser obrigada a prestar serviço militar e não me sinto oprimido pelo “machismo”.

Pelo contrário, defendo a manutenção do sistema patriarcal e o resgate dos verdadeiros valores masculinos e tento conscientizar os homens que ser macho é ser protetor, honrado e bom. Não admito de maneira alguma que um homem instituído de poder para proteger sua esposa e filhos use de violência contra aqueles a quem deve proteger. Isso não é parte do ensinamento patriarcal, mas um abuso de poder. Da mesma forma que nenhum policial é treinado pra espancar pai de família e nem executar acusados sem nenhum direito à defesa.

Sou a favor do casamento por acreditar que uma família só deve existir a partir da união legítima entre um homem e uma mulher (não sou contra a poliginia, deixo para falar disso numa outra ocasião) e de filhos gerados a partir deste amor e união.

Não fiz este blog para “choramingar”, mas para questionar onde estão os direitos iguais que as feministas tanto alegam. Também uso este espaço para falar sobre a importância de respeitarmos certas regras e cultivarmos antigos valores. Além disso, trato muito da questão “resgate de valores masculinos”. Eu acredito que um verdadeiro masculinismo só terá poder quando os homens buscarem para si os antigos valores, respeitarem e admirarem os antigos heróis guerreiros, sejam da Bíblia, da literatura, mitos, etc.

Lenadro,

Muito bom seu blog.

Elaine,

Nos dias de hoje, os “cavaleiros” estão preferindo matar a princesa e casar com o dragão.

Abraço a todos.

Larissa disse...

" O lance das feministas é obter direitos iguais, mas não abri mão dos direitos esclusivos que antes elas tinham " --> Que nada, lei maria da penha é de 2006 e não tem nada de equalismo naquilo não...

Apesar de que posso concordar, se analisar a frase de um outro ponto de vista... Se formos analisar, a lei maria da penha nada mais é do que o velho ditado " não se bate em mulher " escrito ao pé da letra, até porque a lei maria da penha convence que homens não podem bater em mulher, mas - como sempre foi - este ensinamento não é direcionado também às mulheres. Prova disto é a falta de apoio aos homens vítimas de agressão doméstica.

Renato disse...

MASCULINISTAS NÃO ME REPRESENTAM!
Por quê? simples:

1 Porque são moleques, e não permito que CRIANÇAS FALEM EM MEU NOME!
R.: garotos que a todo momento utilizam linguagem xula, como se isso fosse sinônimo de masculinidade e virilidade. Quem expõe suas ideologias dessa forma são maconheiros da USP, traficantes, pit boys e moleques folgados de escola pública, portanto NÃO PODEM REPRESENTAR HOMENS, POIS NÃO AGEM COMO ADULTOS!

2. Afirmam defender a lógica e a verdade, mas ADULTERAM TEXTOS!
Exemplo: para justificar a superioridade masculina, adulteram textos bíblicos e negligenciam a regra do texto e contexto, coisa ensinada em qualquer curso teológico básico.

Prova:Eu encontrei uma coisa que é mais amarga do que a morte – A mulher. O amor que ela oferece é uma armadilha ou uma rede para pegar você; os seus braços são correntes para prendê-lo. O hem que agrada a Deus consegue fugir dela, mas o pecador, não.

Eclesiastes 7:26

O texto em questão está fora de contexto; o correto Bíblico: E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher CUJO CORAÇÃO são redes e laços, e cujas mãos são ataduras; quem for bom diante de Deus escapará dela, mas o pecador virá a ser preso por ela.
Eclesiastes 7:26

NÃO ESTÁ FALANDO DA MULHER EM SI, MAS DE UM GRUPO SELETO DE MULHERES QUE ESCOLHEM VIVER NO PECADO.
Eis o motivo pelo qual esses moleques não me representam: utilizam textos bíblicos para justificar sua própria misoginia e pseudo-masculinidade, classificando os homens como superiores, agindo tão radicalmente quanto as feministas, valendo-se da doutrina de Dick Masterson, outro moleque que se diz homem.

Não dá para enfrentar o feminismo sendo misógino; como podem afirmar que são justos e homens de verdade se praticam exatamente o mesmo tipo de discriminação que as feministas.

Mas tenta afirmar isso para os radicais! com eles não há argumento válido, senão o deles! fora de sua deturpada doutrinação, não há lógica!

Discutir com moleques marmanjos que vivem magoadinhos com as mulheres e não enxergam a própria verdade que afirmam defender? não, obrigado! homens de verdade têm mais o que fazer!

O que um grupo de moleques ociosos fazem:

http://mundorealista.com/filosofandocommendigo/2012/08/04/as-mulheres-e-a-biblia/

Renato disse...

Pegaram os livros de Nessahan Alita e transformaram em livro sagrado!

Os livros em questão não são para doutrinação ou um conjunto de regras a serem seguidos sem questionamento, mas sim para REFLEXÃO, como o próprio autor coloca, mas o moleques distorceram tudo e tornaram as idéias propostas nos textos uma doutrina inquestionável, e o movimento masculinistas "da real" virou uma seita de garotos misógenos, totalitários, pseudo-corajosos e radicais extremos.

No Brasil, as massas são gado mesmo, por esse motivo muitas pessoas são enganadas no meio político, religioso e social devido a uns poucos que pegam pequenas sugestões e conselhos e transformam em verdades absolutas.

Homem de verdade casa com mulher correta, imperfeita mas que, tal como alguns homens, esforça-se por fazer o melhor para si e para os outros, coisa que os radicais intelectolóides chama de "mulher exceção", e que a mesma não existe!

Homem honrado não sai com prostituta, MAS REPUDIA O SEXO PAGO! homem honrado casa com mulher honrada e constitui família.

Homem de verdade não chama outros de matrixiano apenas porque este discordou de suas idéias; homem verdadeiro não necessita xingar e humilhar outros homens on-line, em um esforço infantil de tentar diminuir a masculinidade alheia; homem de verdade expõe sua masculinidade de forma natural, sem forçar a barra toda hora, respeitando o outro como igual, e não como um pseudo-macho matrixiano. Desrespeitar outro homem por pensar diferente ou porque vive na ignorância não é coisa de homem, É COMPORTAMENTO DE MOLEQUE PILANTRA COM POSE DE MACHO.


Por fim, conheço muitos homens de verdade que poderiam dar um aula para esses marmanjos sobre o que verdadeiramente significa ser homem.