terça-feira, 28 de setembro de 2010

Eleição? Não! Concurso público para políticos!


Um exemplo que sempre usam para ilustrar o absurdo da situação:

Para o emprego de gari (varredor de rua), o candidato precisa ter o 2º grau completo, passar por prova escrita e teste de aptidão física. Para ser presidente da república, não se exige nem mesmo o 1º grau completo!

Para representar uma nação com quase 200 milhões de pessoas, dono do 5º maior território do mundo, o 8º maior PIB, detentor da maior riqueza natural do planeta, basta a pessoa ser apoiada por empresários, ter um partido forte e uma certa “lábia” para enganar esse povo TROUXA.

Falam que nosso país é democrático. Eu pergunto: ONDE?

Democracia é o governo feito pela vontade do povo, com representantes do povo, melhorando a vida do povo. A repetição de palavras foi proposital, para ilustrar o que é verdadeiramente uma democracia. Por acaso, você acha que o povo escolhe quem realmente deveria escolher? Não, o povo escolhe aquele a quem foi induzido votar. Como eu já disse, a massa é estúpida. Não sabe aproveitar a liberdade que tem para escolher seus governantes e sempre se deixando levar pela cabeça dos manipuladores e votando nos caras escolhidos por uma minoria.

Um exemplo típico é um “artista” aparecer em público para pedir votos ao candidato. As pessoas confundem as coisas, pois acabam votando no candidato por este ser apoiado pelo artista de quem o eleitor é fã. Ou também tem “artista” que se candidata e ganha disparado. Mesmo sendo um analfabeto, ignorante completo. Um sujeito que não sabe falar direito e muito menos entende de política. Depois o povo reclama que sofre, político não presta e mimmi.

Voto nunca deu certo, as pessoas não sabem escolher. Nos tempos do “voto de cabresto”, o povo votava coagido e sempre elegiam canalhas a serviço dos coronéis. Eleição é uma piada. Isso só funciona em grupos pequenos, onde todos se conhecem e podem concorrer com igualdade.

Como podemos chamar de democracia uma propaganda eleitoral que não dá os mesmos espaços aos candidatos? Enquanto uns tem apenas 15 segundos (por isso é que o Enéas falava daquele jeito), outros ficam mais de 20 minutos enchendo o saco, com direito a musiquinha, vídeo onde o candidato beija criança remelenta, abraça velho desdentado, senta com os peões de uma obra e come junto com eles. E o povo acredita, fica emocionado, não questiona o porquê daquele cara junca ter aparecido lá, só dando as caras em épocas de eleição. Ainda tem “artista” apoiando, o que é uma grande canalhice. Muitas vezes, estes “artistas” o fazem em troca de dinheiro ou favores.

Eleições sempre atrasam obras, votações nas câmaras. Muitos que se candidatam já tem seus cargos políticos, faltam aos seus compromissos para sair em campanhas, deixando as PRIORIDADES SOCIAIS de lado. Quando voltam (se é que voltam) ao trabalho, alegam estar fazendo horas extras, porque estão nos dias de recesso, aí recebem um pagamento superior ao salário (que já é uma fortuna) para realizarem o trabalho que deveriam ter feito há meses.

Existem umas regras eleitorais que permitem que candidatos com menos votos sejam eleitos. Isso significa que, dependendo do seu partido, você pode se escolhido pelo povo e não ser eleito. Isso é democracia? A mídia promove debates e não convidam todos os candidatos. Quando convidam, estabelecem umas regras que acabam excluindo a participação dos “pequenos” durante a maior parte do debate. Me diga, como vamos poder conhecer todos os candidatos e poder escolher o melhor, se a própria mídia já escolhe por nós? E onde estão as leis eleitorais para evitar que todos estes absurdos que citei venham a acontecer?

Particularmente, eu nunca gostei deste tipo de processo de escolha de governantes. Eles deveriam ser submetidos a concurso, como fazem todos os que querem trabalhar no serviço público. Você me diz: “Isso não é democrático, pois o povo não irá escolher.”, eu respondo: E você acha mesmo que o povo escolhe quem os governa, com a mídia dando espaços diferentes para os candidatos?”

Outro questionamento contra: “Você acha que o mais inteligente será o melhor governante. FHC foi o presidente mais culto que já tivemos e foi o pior de todos. O Lula mal estudou e foi o nosso melhor presidente até hoje”, eu respondo: Em primeiro lugar, o conceito do que foi o melhor ou pior presidente são análises bem pessoais. Na minha opinião, FHC foi um péssimo presidente. O Lula fez um bom governo (pelo menos para a nossa economia), mas não o melhor de todos. No caso do Lula, vemos que ele sempre teve grandes mentes por trás, pois se dependesse somente desse capiau, o Brasil teria desandado mais ainda do que no governo FHC. Ser um homem culto não é o suficiente para ser um bom governante. Deve-se avaliar, também, sua capacidade como governante, seus conhecimentos administrativos, suas experiências anteriores, além de passá-lo por testes psicológicos para ver se o sujeito tem o perfil e o caráter a altura de um Chefe de Estado. Para completar, deve-se ver a ficha do sujeito. Antecedentes criminais e coisas do tipo.

Quantos homens de grande caráter, inteligência, coragem, personalidade, senso de liderança, de justiça, honestidade, cultura e hombridade existem por aí e que jamais irão ocupar cargos políticos, simplesmente por estes serem eletivos?

O povo é idiota, se deixa levar por mentiras. Em situações onde candidatos estão em pé de igualdade em espaço na mídia, orçamento de campanha e “artistas” apoiando, vencerá aquele que mentir mais. Enfim, o povo votará no mais CANALHA.

O canalha irá tentar passara todo custo uma imagem de honestidade, religiosidade (falando em Deus, segurando a Bíblia, mesmo sendo ateu), exibindo uma família feliz (mesmo ele repudiando a esposa e se divertindo com prostitutas) e difamando os adversários de maneira sutil. Prometerá mundos e fundos, sabendo que não conseguirá cumprir nada. O candidato honesto e sincero não receberá votos, pois ele não irá prometer. Deixará claro que o máximo que irá fazer e saldar as dívidas atuais, mas que, provavelmente, não conseguirá realizar grandes obras. Criticará políticas populistas, propondo ao povo mais oportunidades de trabalho em troca de assistencialismo. Dispensará “artistas” em seus comícios, para não gastar dinheiro e nem tentar ludibriá-los. Se ele não for tão bonito e elegante quanto o primeiro, se não tiver a dicção perfeita do primeiro, então com certeza este candidato sofrerá uma derrota vergonhosa nas urnas.

Anos depois, o povo irá reclamar que o candidato que elegeram não presta. Mas com a memória do povo é de pardal, logo o canalha voltará ao poder e roubará mais um pouquinho. Se as pessoas tivessem vergonha na cara, não precisaríamos de lei “ficha limpa”, pois as próprias pessoas se encarregariam de dar ao político safado o que ele merece: desprezo.

Tem maior exemplo de burrice do que eleger a Dilma? Existem mais homens do que mulheres que irão votar na feminista/terrorista. Nós, os machos, seremos os maiores prejudicados, porém, grande parte de nós irá colocar essa “mocréia” no poder. Querem pelo menos um motivo para não votar em Dilma Roussef?

A CORJA do PT aprovou o novo Plano nacional de Direitos Humanos. Dentre as várias baboseiras contida neste documento, tem uma falando sobre aprovar o aborto, alegando que é um DIREITO DA MULHER. Entendeu isso? Com a lei do aborto, a mulher poderá abortar TEU filho sem a TUA permissão; porém, se você não quiser o filho, não terá o direito de recusá-lo. Este é mais um poder que o Estado pretende dar às mulheres, que já desfrutam de inúmeros privilégios neste país. A banalização do aborto irá aumentar os casos de gravidezes indesejadas (já que muito mais gente deixará de se prevenir), dinheiro do SUS (NOSSO!) para financiar o assassínio de milhões de inocentes saudáveis, falta de leito em hospitais.

Neste ponto, nossos eleitores são iguais a muitas mulheres: escolhem errado e depois reclamam que todos não prestam.

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