quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um pouco sobre o Lobo Sagrado

Uma tática muitos usada pelas pessoas que não sabem debater é apelar para uma forma discursiva chamada ad hominem,que consiste em atacar o debatedor, na intenção de diminuir sua imagem social e, assim, invalidar seus argumentos. Por conta disso, já fui acusado de muitas coisas, principalmente por não entenderem porque posto com pseudônimo (nick) ou invés do meu nome real. Darei algumas informações a vocês para que entendam meu modo de pensar e saibam um pouco mais sobre a minha pessoa.

Em primeiro lugar, meu nome não interessa. É completamente irrelevante esta informação, coisa que não divulgo na internet. Não sou famoso, não sou criminoso, não tenho passagens pela polícia, nome no SERASA/SPC ou devendo para quem quer que seja. Uso o nome Lobo Sagrado há quase 8 anos, desde meus tempos em chats, fóruns e listas de discussão. Quando comecei a participar de discussões em internet, ninguém usava o próprio nome; seja por questões de segurança, discrição, timidez ou mesmo pela fantasia de ser outra pessoa. Eu também criei um personagem e assumi seu nome. Na verdade, o personagem se restringe aos rpgs on line, pois tudo que escrevo é verdade, meu modo de pensar, de sentir; não preciso fingir ser o que não sou para conseguir respeito.

Tenho 29 anos, portanto, não sou um adolescente (como andaram me acusando). Tenho uma certa vivência, tive muitas experiências amargas durante a vida, mas também tive bons momentos; como qualquer pessoa normal. Outra informação irrelevante é aonde moro. Isso também não interessa. Apenas digo que nasci na cidade de São Paulo e tenho muito orgulho desta terra, apesar de todas as injustiças que ela sofre.

Quem me conhece, é meu amigo, tem meu msn, sabe mais sobre a minha pessoa, sabe meu nome e até onde moro. Não tenho problemas em falar sobre essas coisas. Mas não vou ficar revelando sobre isso em blog e nem Orkut. Não é porque no Orkut todo mundo bota a cara que eu vou por a minha. Não me acho feio e nem bonito, apenas um sujeito de aparência mediana; normal. Não gosto de me chamem de “fake”, pois não sou falso, não minto. Omito o que não é relevante e o tudo o que digo aqui, digo em qualquer lugar. Não tenho duas caras, não deixo de falar para meus conhecidos sobre a minha aversão ao feminismo, sobre a importância da família. Faço trabalhos de faculdade sobre isso, escrevo em relatórios de estágio.

Eu espero que você que se diz antifeminista, que estuda comportamento feminino, “mete a real” e faz essas coisas, que tenha a vergonha na cara de dizer tudo o que diz no Orkut para as pessoas, olhando nos olhos delas. Do contrário, você ainda continua sendo um fracote, filhinho da mamãe, que envergonha a nossa causa. Dizer essas coisas não são fáceis e custa amizades, mas melhor assim; não suporto estar ao lado de gente que defende feminismo, libertinagem feminina, aborto e toda essa degradação moral.

Minha vida sentimental vai bem. Namoro há quase cinco anos, estou noivo e logo estarei casado. Minha noiva sabe de tudo o que penso e sempre deixo claro como quero as coisas. Se está comigo é porque realmente gosta de mim e não por coerção, pressão, piedade ou medo. Por isso, senhoras feminazis, nem venham com essa de “por isso é que está sozinho” ou “assim nunca vai arrumar ninguém”. Pelo contrário, quando eu era o cara legal e bonzinho, aí é que eu ficava sozinho e era tratado apenas como “muleta emocional”.

Não, eu não sou um revoltadinho. Não odeio as mulheres e não busco vingança. Eu quero é alertar jovens inocentes, inexperientes e fracos sobre os perigos da vida e poder ajuda-los a serem homens fortes, independentes, decididos e líderes.

Outra coisa patética é tentar me convencer da opressão das mulheres, citando dados estatísticos e fatos históricos. Sempre tem uma com “Se você estudasse um pouco mais...”, eu sei muito bem de História, cheguei até inciar o curso. Sempre me interessei por História, já vi muitos filmes de época e o que eu pude constatar é que as mulheres só passaram a reivindicar direitos iguais quando o mundo dos homens se tornou mais confortável e quando os próprios começaram a afrouxar os cintos de deixar a mulherada falar. Não sou contra as mulheres poderem se expressar, mas fico triste em perceber que muitas aproveitaram e ainda aproveitam este direito para criar o caos na sociedade e difamar os homens de verdade.

Estudo Geografia numa federal da vida e esterei formado no final do ano que vem, também já trabalhei por alguns meses no IBGE; por isso mesmo é que eu posso falar sem medo dessa baboseira que é “mulher ganha menos”, “mulher oprimida”, “mulher tem menos direitos”, mimimi. Dentro do IBGE existem uns babacas feministas que destacam sempre os dados onde mulheres são desfavorecidas, mas nem chegam perto de citar aqueles onde elas levam vantagens. Um exemplo é o quadro que mostra o percentual de jovens de 10 a 14 anos que trabalham, dividido por sexo e estado. Em TODAS os 27 estados brasileiros, os meninos estão em maioria, muitas vezes dobra em relação de meninas da mesma idade. O que se pode tirar por isso?

1.Alto índice de reprovação escolar entre os meninos
2.Alto índice de evasão escolar
3.Meninos costumam apresentar menor rendimento, faltam com os trabalhos ou os fazem mau feitos.
4.Homens são minoria nas universidades.

E depois vem essas vacas se gabar de que “a mulher ta conquistando seu espaço e mostrando que pode”. O fato de hoje termos mais mulheres estudando é fruto do sacrifício de muitos meninos. Desde pequenos, são tirados da escola e mandados para o trabalho. Os pais acabam investindo na menina, deixando ela em casa, cuidando do lar (sem falar dos maridos que ralam de trabalhar para possibilitar que suas esposas possam estudar). Esta garota acaba sendo favorecida pelo MACHISMO e depois que cresce, se forma a arruma um bom emprego, fica metendo o pau no machismo, nos homens e abre mão de ter uma família para trabalhar, trabalhar, lucrar e “curtir a vida”.

Venho pesquisando sobre o feminismo há cinco anos. Sei mais sobre feminismo do que muita garota metida a revolucionária. E é exatamente por saber como ele é que eu o repudio. Quando mais leio, aprendo sobre esta ideologia, mais me irrita e mais convicto fica de que estou no caminho certo. Já li alguns livros sobre mulher e mercado de trabalho, discriminação de gênero na escola, verbetes feministas, Engels metendo o pau no patriarcado, estudos feministas, e muitos outros chororôs. Também acompanho discussões sobre feminismo (em comunidades feministas) na internet e vejo matérias na tv sobre o assunto.

Hoje eu sei que o feminismo não é um simples movimento social, mas um movimento político e que não busca apenas direitos iguais, mas o controle do Estado. Tentam de toda maneira nos fazer parecer ridículos, dando uma de santas e defensoras da Justiça. Apesar do sol nascer para todos, nem todos podem ver sua luz, por isso aceito o fardo de passar por louco e paranóico e continuarei até o último dia da minha vida enfrentando essa mentira e suas mentirosas.

Nunca uma feminista me derrotou num debate. Nunca algum defensor do feminismo conseguiu me fazer calar, destruindo meus argumentos, provando minha incoerência. O máximo que fazem é denunciar minhas páginas, usando dos artifícios mais baixos como falsas acusações (isso é crime), ao me acusar de ser criminoso. Para essas doentes, machismo é crime; sendo machismo tudo aquilo que vá contra sua ideologia.

Aqui expus um pouco sobre a minha pessoa e sobre minhas idéias. Podem pensar o que quiser de mim, mas não tolero falsas acusações. Não me escondo de nada, pois não nada pelo qual eu precise me esconder. Por enquanto, o crime está nos grupos feministas ao fazer apologia ao aborto, defendendo o adultério feminino, mulheres que castram seus maridos e as mães que matam seus próprios filhos.

8 comentários:

Maringa disse...

Belíssimo texto. Não deixou brechas pra quem não está pronto pra discutir, mandou muito bem o recado. Não que eu esteja apto pra julgar, mas suas "credenciais" são ótimas... digo, você sabe o que diz, tem conhecimento de causa, e que conhecimento! (sem querer puxar seu saco, é claro)

Penso como será a reação do Vinicius e do César ao lerem seu texto. Detesto esses termos, mas você novamente QUEBROU AS PERNAS deles rsrs

Sim, conheço esses caras já faz um tempo. Na verdade, troco farpas com o Vinicius pelo Orkut há vários meses, temos opiniões divergentes em TUDO. Não importa o assunto, certamente eu e ele temos ideias diferentes. Não é de hoje que eu compro brigas com aqueles dois bundões. Aliás, alguns textos "anti-comunismo" do meu blog são baseados em textos do César, parceiro do Vinicius (ele também participou da discussão sobre o seu texto, porém com comentários totalmente desnecessários).
Agradeço o que você disse, e quero deixar claro que caso precise, pode me procurar de alguma forma pra entrar em discussões com aqueles caras. Minha bagagem nem de longe se equipara a sua, mas estou estudando bastante.

Abraço Lobo.

Max Rodrigues disse...

Grande texto. Ótimo para apresentação e para manter debatedores incautos a distância.

Abraços.

tuccano disse...

Como eu ja disse em outro comentário aqui, você e bem claro em suas idéias. Parabens!!!
Penso igual a ti cara, mas não tenho este talento de escrever tão bem e nem a bagagem que tu carrega de conhecimento sobre o assunto.
Mas graça a seu Blog e de seus parceiros eu adquiro este conhecimento e de forma bem variada e de diversos ângulos.
E isso ai mano, presença aqui direto pode crê..

Mauricio Trindade disse...

É muito difícil de ver opiniões como as que você coloca. Quando nós crescemos em um hambiente em que valores são ensinados ou tidos como o correto, a princípio temos medo de quebrar estes tais "valores". Por exemplo, quando fui chamado a primeira vez de "machista" por uma feminista, eu fiquei até assustado, essa palavra é tão carregada de sentido pejorativo que não queria admitir que o fosse, isto porque a minha crítica ao feminismo me parecia tão natural, e foi neste período que fui procurar conhecer o Antifeminismo, era só por curisidade, e lá estava a sua comunidade, e você fala de machismo naturalmente,então é disso o que eu falo, é importante conhecer e desmitificar esses valores que são ditos e acreditados por nós, e é isso que você faz. Um abraço.

Silvio Koerich disse...

Belo texto parceiro eu preciso compilar dados do IBGE e fazer um super aparato.

Se tive dentro podemos combinar

abraço

Maite Tosta disse...

Olá Lobo Sagrado, cheguei ao seu blog através do blog do Sílvio, e o tema me interessa. Creio que o feminismo está acabando com a verdadeira feminilidade, e confundindo os meninos, que crescem sem saber muito bem como lidar com essas mulheres "estranhas". Estarei acompanhando seu blog. Um abraço !

Indefinido disse...

"Por exemplo, quando fui chamado a primeira vez de "machista" por uma feminista, eu fiquei até assustado, essa palavra é tão carregada de sentido pejorativo que não queria admitir que o fosse, isto porque a minha crítica ao feminismo me parecia tão natural

Eu também.Já falei várias vezes,na comunidade Antifeminismo,que o meu pensamento era incluído por elas,nesse perfil.E o sentido que elas davam ao termo machismo é tão perjorativo como o Maurício fala,que eu pensava que era um monstro por pensar assim e que estava louco.Quando vivia isolado com minhas idéias,não tinha pessoas como vocês para dividir,eu não tinha minha cabeça erguida por achar que as pessoas iriam me taxar de monstro por pensar assim.Hoje,não sabe o quanto é importante estar aqui,tendo pessoas com argumentos fortíssimos para desmascarar essa farsa que até muitos de nós caímos no passado.

mariana disse...

Adoro seus textos. Não canso de ler cada um com muita satisfação. Não pare nunca de escrever.