
Esta vai para todos aqueles que acreditam que “o amor é mais forte do que tudo” e não se importam com “os preconceitos desta sociedade hipócrita e machista”. Você que acha que não tem nada demais em namorar/casar com uma mulher que tem filhos de outro relacionamento. Que o filho dela vai te respeitar como um pai e que você terá autoridade sobre ele.
Nos dias de hoje, são as crianças que mandam nos adultos. Os valores se inverteram. Os justos de ontem são os opressores de hoje. Os fracos de ontem são os homens do futuro de hoje. Estou passando pela experiência de trabalhar como professor para alunos de ensino fundamental e médio. Por incrível que pareça, os pirralhos são mais difíceis de comandar do que adolescentes.
Estes moleques não sabem o que significa Respeito, Disciplina, Ordem, Autoridade, Hierarquia, Conseqüência, Castigo e Punição. Vivem num estado de semi-anarquia e não temem a nada. São protegidos pelo Estado e suas leis absurdas que são dão direitos aos marginaizinhos e não lhes impõem obrigações. Não tem como não culpar o Feminismo por esta situação (1).
O Feminismo veio para contestar a Sociedade como um todo. Tudo deveria ser desconstruído e remontado ao seu gosto. O Patriarcado é um mal que deve ser extirpado. Isto é o que defendem as e os feministas. Os grandes “manginões” comemoram as mudanças trazidas pelo Feminismo e a efeminização dos homens.
Nós, homens, fomos desmoralizados e reduzidos. Não inspiramos mais respeito. A masculinidade é vista como nociva. A isso chamaram de “machismo” e disseram que existem várias masculinidades, sendo o machismo sua pior forma (2).
O homem não machista deve ser passivo e fazer o que os outros querem. Na escola, o professor machista não tem vez. Se ousar se impor, gritar com os alunos, ser inflexível e não permitir que os outros tomem as decisões por ele, o professor é punido. Se a sala indisciplinada se revolta com as atitudes duras do professor, fica revoltada (com toda razão, segundo as pedabobas/ pedagordas da escola) e o professor é convidado a se retirar do ambiente de trabalho. Ele é visto como um opressor, um resquício da Ditadura Militar, portanto, um ser com décadas de atraso.
O bom professor tem que saber negociar com os alunos. Se os pirralhos querem ouvir música durante a sua aula, deixe. Se os marginais chegam com dez minutos de atraso à sua aula depois do intervalo, deixe-os entrar. Colocar para fora é uma atitude anti-pedagógica e só fará com que os alunos tomem antipatia por sua pessoa.
Estamos caminhando para uma sociedade em que até os pais não poderão bater nos filhos. Não falo em surras de cinta, espancamento; quanto a isto, sou totalmente contra. Falo das “chineladas” quando se faz necessário, nos puxões de orelha aos respondões. O professor não pode encostar um dedo no aluno. Você manda o aluno entrar, ele te ignora. Manda sentar, ele ri da sua cara. Manda sair da sala, ele cruza os braços e diz que não vai sair. Você chama a pedagorda (a única que dar advertência, suspensão, mandar bilhetes aos pais, suspensão, retirar o intervalo dos alunos) para punir os baderneiros, ela reclama e diz que você não consegue impor respeito. Como impor respeito sem o mínimo de poder? Não existe ordem sem autoridade, não existe autoridade sem poder de coerção/repressão. Use as palavras “autoridade”, “repressão” para uma pedaboba e você ouvirá um sermão, com direito a citações de Paulo Freire (um dos grandes responsáveis pela porcaria que a escola é hoje) e correrá para o banheiro para vomitar. Infelizmente, muitos professores também pensam desta maneira e é comum eles dizerem, resignados: “Jovem é assim mesmo”. Isso quer dizer que é da natureza do jovem ser desordeiro e não há nada que possamos fazer. Devemos compreendê-los, deixa-los fazer o que querem e nos adaptarmos às suas vontades e necessidades. Para um homem Honrado e Viril, esta situação é inadmissível. É por isso que existem poucos homens dando aula e a maioria é frouxo, veado ou tá doido pra cair fora e arrumar outro emprego.
Quando for criar o filho de outro macho, você não terá poder sobre o moleque. Terá de conviver com ele em sua casa, sustenta-lo, mas não poderá educá-lo à sua forma. Encoste um dedo nele e ouvirá da sua mulher: “Não bata no MEU filho!”. Você também poderá ouvir isso do PAI do menino; aquele sujeito que mal paga pensão e só aparece para encher o saco e tá se lixando para o moleque. Chame a atenção do pirralho e ouvirá: “Você não é meu pai!”, ele mostra o dedo do meio (antigamente, as crianças mostravam a língua e isso era considerado muito feio) e vai embora.
O Feminismo tirou a autoridade do homem. Uma criança que não conhece a autoridade masculina em casa TENDE (3) a ficar rebelde e a não respeitar ninguém fora de casa. A falta do poder masculino dentro de casa é extremamente nociva. Não é à toa que a maioria dos presidiários e internos da FEBEM não sabem o que é ter um PAI. Mas também não basta ter um pai se este não for o líder de sua família. Um homem trabalhador, justo, que tenha moral para impor suas vontades e saiba premiar e castigar nos momentos certos e da maneira mais apropriada.
Com a esquerda no poder, a situação só irá piorar. Não existe democracia, mas, sim, um estado de semi-anarquia com momentos de ditadura comunista, quando o Estado resolve usar o nosso dinheiro para sustentar um bando de moleques vagabundos (4) com o nosso dinheiro (Bolsa Família), isso sem falar naquela bolsa para filho de presidiário. A única saída para a Educação no país é a sua militarização (5), coisa que JAMAIS ocorrerá com o tipo de Governo que temos. Os que estão no poder hoje são os vagabundos que queriam implantar o Comunismo no país e por isso foram perseguidos, presos e expulsos pelos militares. Hoje se fazem de vítimas, “mártires da liberdade”. Como disse o sábio Olavo de Carvalho: “Cadê o dinheiro, Dona Dilma. O que a senhora fez com tudo isso?” (6)
Notas:
1 – O Feminismo é parte de um grande movimento, chamado de “Marxismo Cultural”. Seu início remete ao começo do século XX, com intelectuais marxistas radicais que pensaram em formas de desestabilizar a sociedade, tal como era em seus principais alicerces: A Filosofia Grega, Direito Romano, a e a Moral Judaico-Cristã
2 – Sociólogos (as) feministas alegam que a masculinidade e a feminilidade são meras construções sociais e que suas definições são dadas pelos grupos nos quais as pessoas estão inseridas. Não há nenhuma consideração pelos aspectos biológicos dos seres humanos, desprezando totalmente as diferenças anatômicas e fisiológicas entre homens e mulheres, como se isso não fizesse a mínima diferença na formação da personalidade das pessoas.
3 – Estou falando da regra e não da exceção. A falta de um homem dentro de casa aumenta a chance dos jovens entrarem no mau caminho, mesmo com uma mãe honesta e dura. Por isso, falo em tendência e não em uma fórmula certa, onde: mãe + filho – pai = marginal
4 – Aqui me refiro a todos os adolescentes que não trabalham para poder estudar. Freqüentam a escola a contragosto, fazem baderna, não estudam, não respeitam os professores. No começo de cada mês, o Governo dá dinheiro às suas famílias. O único critério para se pagar o Bolsa-esmola é a freqüência escolar. O comportamento e rendimento dos alunos é desprezado. Mais uma medida populista e geradora de votos que não resolve nada.
5 – Não precisaria, necessariamente, deixar a Educação por conta das Forças Armadas. Me refiro mais ao modo militar de disciplina e hierarquização dentro da escola. Ainda, sim, mais escolas militares seriam boa pedida para resolver o nosso déficit escolar.
6 – Trecho de um programa de rádio apresentado pelo Professor Olavo de Carvalho. Ele questiona a candidata (na época) sobre o dinheiro que ela e seus comparsas roubaram na década de 60, um valor aproximado na época de 2,6 milhões de dólares, o que equivalem hoje a 20 milhões de dólares, isto segundo o Prof. Olavo de Carvalho. O questionamento é sobre como uma pessoa que roubou tanto dinheiro e nunca prestou contas do que fez com toda esta quantia quer governar o Brasil.

21 comentários:
A pior experiência que já tive na vida foi lidar com as pestes. É, simplesmente, impossível se impor, já que NÃO PODE COAGI-LOS DE FORMA NENHUMA!
Desejo-lhe sorte nessa empreitada, Lobo!
Viviane M.
Li tudinho. Super interessante o texto e assino tudo em baixo.
Minha mãe é diretora de uma escola publica até bem conceituada e tradicional no Rio. Mas mesmo assim minha mãe corta uma volta com as regras que tenta impor de disciplina. O uniforme das alunas de lá é do estilo colegial: saia, camiseta e gravata. Porém ao chegar na escola minha mãe é obrigada a ficar no portão inspecionado as saias delas. Elas costumam colocar no meio da coxa. Minha mãe quase foi agredida por uma menina que queria entrar praticamente pelada na escola.
Antes, nos anos 80, quando um professor entrava na sala os alunos tinham que se levantar e só sentar a mando do professor. Como se fosse uma reverencia ao mestre. Hoje lá os alunos podem levar celulares tocando funk em alto e bom som e pouco ela pode fazer quanto a isso.
O aluno hoje tem mais direitos que o professor, faz o que quer, tem todas as facilidades e as conseqüências do feminismo acabaram com a educação, a moral da escola foi por aguá a baixo. :-~
A muito vejo falar que a educação nos anos 40, 50 era muito superior a nossa atual tipo valorização salarial e disciplina.
Quando eu vejo um tratorista ( nada contra a profissão) ganhar cerca de mais de 2500, 3000 reais por mês - o salário de um professor no estado e município no meu estado é 950 - muitos deles semi analfabetos
fico muito decepcionado com
os rumos da educação neste país.
Parabéns pela análise. Infelizmente é tudo isto que acontece atualmente.
Não vemos nenhum sinal de construção só destruição.
É desestimulante para quem pensa em fazer uma lincenciatura como eu, saber do lástimável estado que esta a relação entre professores e alunos. Eu tive na infância uma professora já idosa, ela ainda usava o método da palmatória e das orelhas de burro na sala, eu mesmo já passei por isso, considero que não seria a melhor forma de educação, mas acontece que hoje existe uma coisa totalmente oposta, há o conceito hoje de que o professor não é mais o mestre, e sim o propagador de conteúdo, com isso querem até relativizar até o conceito de aprendizado, veja o caso do livro de Português que ensia o aluno a falar errado. Não que o modelo educacional deva voltar aos moldes tradicionais, mas penso que deva haver um equilíbrio, a questão da disciplina é fundamental, eu lembro que nos tempos de colégio, as vezes não coseguia me cocentrar direito porque havia aquela turminha do fundo da sala que fica bagunçando o tempo todo e com o aval do professor. para mim sem dúvida o melhor modelo de educação é o das escolas militares, se tiver filhos um dia certamente eles estudarão em uma escola militar.
Sou do tempo em crianças andavam de bicicleta sem capacete, cantavam o hino nacional na hora da entrada no colégio. Palavrão era motivo pra lavar a boca com sabão e, se falasse de novo era pimenta na lingua. Nossas mãe falavam "vou contar até três" e já ficávamos "pianinhos". Bastava a professora ameaçar deixar sem recreio e nos tornávamos anjos. Quem arrumava briga na rua, na vila ou no play, não voltava pra casa chorando e reclamando pra mamãe. Isso era uma desonra pra classe infantil. Nossas babás nos davam banho, comida, nos vestiam, mas a educação era responsabilidade dos pais. Não havia supernany dando palpite na criação da prole alheia. Qual foi o resultado de tudo isso? Crescemos, trabalhamos, namoramos, casamos, não somos viciados, não nos misturamos com bandidos, não tomamos tarja preta.
Lobo Sagrado,
Pq vc não posta alguma coisa relacionada à erotização infantil? A infância está cada vez mais curta. As crianças não têm mais a inocência de antes. Fale sobre o bombardeio de baixarias na tv num horario em que crianças estão acordadas.
Parabéns pelas belas palavras!
Ministrar aulas para turmas do Ensino Fundamental e Médio?! somente passaria por esse tipo de situação se estivesse estagiando...
É muita baderna, indiciplina e até agressões físicas! para quem obtém licenciatura, o melhor é trabalhar em cursos preparatórios para concursos, ou ministrar aulas em universidades, porque Ensino Fudamental e Médio as condições de trabalho são péssimas.
Sou professor de Karatê, e busco o bacharelado em Educação Física, justamente para evitar os baixos salários e situações absurdas nas instituições de ensino público e privado.
Como sempre venho aqui para falar que seus textos são muito bons e com justificativas sólidas, as pessoas tem que aprender a ler e tentar entender formas de pensar como essas sem vir com os jargões já manjados de que é tudo misoginia.
Realmente a educação como um todo não apenas a didatica, mas a social está um caos, eu sou jovem tenho 23 anos, mas vejo a forma absurdamente diferente que fui criada com a forma como muitos hj tratam os pais, os mais velhos, professores... e triste muito triste.
Eu tenho de discordar do feminismo justamente porque este prega uma igualdade. Porque desejarmos a igualdade se somos diferentes? E se o bonito da sociedade são nossas diferenças?
Acredito eu que homens e mulheres são diferentes com um intuito, se completarem.
Não acredito que Deus tenha criado o homem e a mulher para serem iguais, senão o mesmo teria dado características iguais para estes seres, ou estaria eu errado?
Nós temos características exclusivas de cada gênero, homens têm de aceitar que a mulher tem mais facilidade de unir a família, assim como as mulheres tem de aceitar que homens possuem mais facilidade de proteger a família, impondo-a um respeito com maior facilidade, tendo em vista que a mulher para impor tal respeito tem de se comportar como um homem ( pai ) família. Isso não nos tornam iguais, nos tornam o complemento do outro.
Mas parece-me que na sociedade em que nos encontramos, o bonito é ser independente, não a dependência. Bonito é ser a mulher chefe-de-família, tirar do pai as chances dele de ter o filho para si, ser o homem que vê as mulheres como meros objetos sexuais, etc.
Bom, mas no entanto, passei principalmente para dizer-lhe que gostei do seu blog. É interessante seu ponto de vista.
Ser feminista é querer que as mulheres tenham direitos iguais aos homens, que tenham os mesmos salários para os mesmos cargos e sejam respeitados como iguais. Acho que tu distorceste um pouco as coisas, pessoas que acreditam na igualdade de direitos entre homens e mulheres (feministas) não querem diminuir a masculinidade dos homens de maneira nenhuma.
Karine, deixe me te explicar, eu, particularmente, tenho consciência do que disseste, mas na realidade, não é o que se passa, na verdade, o movimento feminista está em prol de privilégios, ora bolas, basta olhar em sua volta, veras o quanto de asneiras são ditas pelo movimento feminista. Além de tudo, tem um golpe que para mim, é o mais sujo de tudo. Manchar a imagem masculina em prol de um privilégio exclusivo feminino.
Abraços.
; )
Eu mesmo já fui um homem feminista, mas reparei que eu defendia a causa delas, mas elas não defendiam a minha causa.
Obrigado a todos pelos comentários, Sr. X, Izabel, Gilson, Maurício, Seth Dragoon, todos os demais, mas também pelo apoio. Interessante como todos aqui concordaram comigo, pois aqui “fora” sou muito criticado pela minha “falta de didática” ou qualquer baboseira do tipo. Sou obrigado a ouvir discursos do tipo “você tem que conquistar o aluno”, “não pode ser repressor”, como se fosse errado ser enérgico e mostrar aos alunos a importância da hierarquia na constituição da sociedade.
Além disso, passam a mão na cabeça dos jovens, achando que não devemos cobrar deles a mesma responsabilidade que são cobradas dos adultos. Fale em trabalho para estes adolescentes, só faltam te chamar de monstro. Onde já se viu, uma criança (que faz criança, bebe e sabe bem o valor do dinheiro) ter que trabalhar?
Viviane,
Nem os diretores de escola são mais respeitados. Eles podem estar acima dos professores (de quem despejam todas os seus problemas), mas abaixo dos caprichos dos alunos. Existem órgãos de educação que visitam as escolas e por qualquer coisa, enchem o saco. Até o conselho tutalar se mete em assuntos escolares. Experimente deixar alguns alunos depois do horário pra você ver...
Bernardo,
“A muito vejo falar que a educação nos anos 40, 50 era muito superior a nossa atual tipo valorização salarial e disciplina.”
Naquele tempo onde os alunos eram “reprimidos”, onde os professores não cativavam os alunos e nem estimulavam práticas pedagógicas importadas. Não sei como é que hoje temos tantos profissionais competentes depois de tanta repressão.
Maurício,
Filosofia é um ótimo curso, mas eu te aconselho a procurar o bacharelado. Veja, Filosofia e Sociologia só são oferecidas ao ensino médio. Eu sou formado em geografia e para achar aulas penei uns meses, imagine se esta disciplina fosse oferecida apenas para ensino médio. O Governo ta incentivando a procura pelas licenciaturas e as universidades federais estão abrind muitos cursos na área. A verdade é que licenciatura é coisa de pobre. A propagandavalorizando o professor e mostrando exemplos dos país desenvolvidos é pura balela, pois eles sabem muito bem que não só formando novos professores e aumentando um pouco o salário que a educação no Brasil vai mudar e nos tornaremos “desenvolvidos”. Estão querendo formar um novo “exército” de professores para continuarem a pagar pouco e a mater este sistema falido e mal copiado dos países bem sucedidos.
Faça um bacharelado, pois você verá muito mais disciplina da sua área e nada destas babaquices pedagógicas, pode ter certeza que isso não serve paranada. A maioria dos meus professores da faculdades não estudaram licenciatura, nunca tiveram matérias pedagógicas. E por incrível que pareça, são até melhores do que alguns doutorzinhos em educação.
Como bacharel poderá lecionar em escola particular (paga mais que a pública). Com mestrado (coisa que você não vai deixar de fazer, certo?) poderá lecionar em universidade. Não sei se poderá lecionar em escola técnica e militar, o que seia uma pena. Eu gostaria de lecionar em escola militar e também pretendo matricular meus filhos neste tipo de escola. Também sou simpatizante da escola em casa, existe um movimento sobre este assunto. Falarei mais sobre isso nos próximos posts.
Mariana,
To devendo mesmo falar sobre estes assuntos. Andei evitando, pois com este “politicamente correto”, seique direi algumas coisas que colocarão minha cabeça em risco.
Renato,
To dando aulas pra juntar dinheiro e mudar de cidade, pois pretendo me casar e fazer mestrado. Dar aula, só em escola militar ou universidade mesmo. Lidar comadulto é muito mais fácil.
Seth Dragoon,
Eu também sempre defendi que homens e mulheres são diferentes, mas nunca opostos, são complementos um do outro. São iguais em valor, não sendo um melhor que o outro. Se os homens construíram o mundo, isso só foi possível porque estes homens tiveram mulheres fortes que os apoiaram em todas as ocasiões. Um homem que trabalha duro o dia todo precisa se alimentar bem e descansar num ambiente confortável e limpo. Se não é o cuidado, o carinho e o amor de uma mulher (mãe e esposa), o que será deste homem?
Karine,
Este feminino que você falou eu não conheço. Veja, aqui no Brasil, temos uma constituição (1988) que declara que homens e mulheres são iguais em direito e deveres perante a lei. Isso significa que as mulheres têm os mesmos direitos e deveres que os homens. O Novo Código Civil reparou muitas leis antigas em nome da “igualdade”, mulher agora pode não assinar nome de marido e o homem pode assinar o sobrenome da esposa. Apesar de tudo, as feministas fazem barulho e reclama que são discriminadas e blá, blá, blá. Falam que poucas mulheres ocupam cargos de chefia, porém são poucas as mulheres que trabalham de “peão”. Mulher vive sete anos a mais, mas se aposenta cinco anos mais cedo. Craram uma lei (Maria da Penha) que vale somente para proteger mulheres, ignorando os casos de maridos agredidos por esposas. Rapazes de 18 anos são OBRIGADOS a prestar serviço militar e não existem lei alguma que garanta estabilidade no emprego. Enquanto isso, a mulher que adota uma criança tem o mesmo direito que uma gestante à licença maternidade, que pode chegar aseis meses. Ao homem, se não me engando, são apenas cinco dias.
E aí te pergunto, onde está a iguldade? Lutar pela igualdade não é apenas reivindicar direitos para si, mas também é abrir mão de antigos privilégios para equilibrar esta balança. O feminismo no Brasil é muito oportunista. As feministas daqui querem os direitos dos homens, mas não suas obrigações. Reclamam que são oprimidas e que tem dupla jornada, porém homens também tem duplas jornadas. A dupla jornada do homem é o famoso “tenho dois empregos” ou “trabalho durante a semana e faço “bico” sábados e domingos”. Pessoalmente, conheço pelos menos uns 10 pais de família que não sabem diferenciar um sábado de uma segunda feira.
Justamente lobo sagrado, concordo contigo, vejo ensinamentos nas escolas de que somos todos iguais, coisa que me dá nojo e desprezo, dizer que somos iguais é partir para o ponto de desespero, medo de combater cara à cara o feminismo, coisa que graças à Deus não tenho.
Acho que somos diferentes sim, nossas diferenças são suficientes para que não possamos ser igualados, tal como não são suficientes para esclarecer superioridade de um perante o outro. Uma união em que ambos aceitam suas diferenças e entendem suas peculiaridades se torna muito mais amorosa, romântica e aprofundada, mas tal sentimento tem de partir de ambos os lados.
Acho que estou com um pouco de preguiça para esclarecer o que tentei dizer agora, hsauuhsauhsauhsa... Acabei de acordar aqui. Cara, agora, não sei se você conhece, o novo site masculinista e tals ( www.masculinismoedireitosiguais.blogspot.com ), vale dar uma passada lá, para mim é o melhor site masculinista que possuímos aqui no Brasil. Já que também temos o ncfm.org nos EUA.
Abraços, Vinícius.
Lobão Bobão, vamos por partes, como Jack, o famoso misógino, diria:
"Falam que poucas mulheres ocupam cargos de chefia, porém são poucas as mulheres que trabalham de “peão”."
Querido Lobinho: se você tivesse oportunidade de fazer um curso universitário, aliás, você tem, você escolheria trabalhar como peão, aliás, profissão digna. Ora, se nenhum homem deve ser obrigado a trabalhar como faxineiro, empregado domestico, profissões digníssimas e rejeitadas por vocês, porque as mulheres devem ser obrigadas a ser peonas, outra profissao dignissima. Achava que morávamos num Pais livre, onde todo mundo pode escolher como trabalhar
" Mulher vive sete anos a mais, mas se aposenta cinco anos mais cedo."
Se vivemos mais, é porque vamos mais ao médico, não somos como você que morre de medo de virar viado se levar dedada
QUERO DEIXAR REGISTRADO QUE CONSIDERO UMA INJUSTIÇA O HOMEM TRABALHAR MAIS QUE A MULHER 5 ANOS, DEVERIA SER 30 OS DOIS. EU SOU A FAVOR DE VOCES NISSO.
Craram uma lei (Maria da Penha) que vale somente para proteger mulheres, ignorando os casos de maridos agredidos por esposas.
DE NOVO QUERO DEIXAR REGISTRADO QUE A LEI DEVERIA SER MISTA. CONCORDO COM ESTE TOPICO QUE A LEI DEVERIA SER MISTA, MAS CONTINUAR, PARA OS DOIS.
"Rapazes de 18 anos são OBRIGADOS a prestar serviço militar e não existem lei alguma que garanta estabilidade no emprego."
QUERO DEIXAR REGISTRADO QUE ACHO UM ABSURDO O HOMEM SER OBRIGADO A PRESTAR SERVIÇO MILITAR. APOIO A QUEDA DESTA OBRIGAÇÃO.
Enquanto isso, a mulher que adota uma criança tem o mesmo direito que uma gestante à licença maternidade, que pode chegar aseis meses. Ao homem, se não me engando, são apenas cinco dias.
CONCORDO QUE O HOMEM TENHA GARANTIDOS ESTES DIREITOS A LICENÇA PATERNIDADE IGUAL, MAS , NESTE CASO, ELE DEVERIA AJUDAR A CUIDAR DO REBENTO, MAS ISSO VOCES NAO QUEREM, QUEREM ESTA FOLGA PARA SAIR PARA BEBER, BRIGAR E TREPAR A TRES POR DOIS. SIM, DEVERIA TER DIREITO A LICENÇA, MAS QUE FAÇA POR MERECER, CUIDADO DO REBENTO TAMBEM. AH, MAS CUIDAR DE CRIANÇA É TAO CHATO, NÉ RAPAZES...
" Reclamam que são oprimidas e que tem dupla jornada, porém homens também tem duplas jornadas. A dupla jornada do homem é o famoso “tenho dois empregos” ou “trabalho durante a semana e faço “bico” sábados e domingos”. Pessoalmente, conheço pelos menos uns 10 pais de família que não sabem diferenciar um sábado de uma segunda feira."
Curioso, eu também conheço mulheres que tambem trabalham muito, as vezes de domingo a domingo. Não acredita? Ok, não acredite...
E aí, Lobão Bobão, quando sua esposa parir, se você ganhasse o direito a licença paternidade tanto quanto a dela, você, certamente, iria usar este tempo livre para DIVERTIR DE MONTAO E DEIXAR ELA LIMPANDO O NENE, OF COURSE., etc...Ia ou não ia ser LEGAL? uuuuuH,,Coisa boa....
Oh, que vida dura a sua, pobre lobão, lutando contra as feministas!!!
Acho que sou contra esta coisa de lutar contra as feministas, mas vou lhe dizer, sou à favor de lutar contra o feminismo...
Mas porque?
Veja comigo, feministas lutam contra o machismo porque este promove preconceito e discriminação contra as mulheres, mas em parte, promove benefícios ao homem. Veja que o feminismo promove benefícios para as mulheres, outrora, promove preconceito e discriminação contra o homem. Logo, acredito eu que seria de igual justiça o combate deste alicerce de discriminação, não é?
Obviamente não sou à favor, como já disse anteriormente, do " masculinismo da real " porque venhamos e convenhamos que o machismo presente neste é bem pior do que a própria doutrina machista... Mas sou um masculinista, daí a pessoa fica se perguntando, ah, mas então você é machista? Bem, não, veja que o masculinismo não promove, em hora alguma, preconceito contra a mulher... Vide que não há leis de uso exclusivo do homem, portanto o mesmo não ocorre com o sexo feminino...
Eu acho que um dos fatores que deixam claro o porque da igualação de feminismo à femismo é a história da lei maria da penha. A lei por si só no seu texto, além de convergir com o art. 5º da Constituição Brasileira, ainda é femista, já que ao mesmo tempo que marginaliza a imagem masculina ( dando à entender que todo homem é agressor, já que a lei não ampara o público masculino que sofre de mesmo crime ), ela também vitimiza a mulher...
Mas quem promoveu a lei maria da penha foi o próprio movimento feminista ( não só promoveu como ainda promove ); Que atire a primeira pedra quem acha que não foi... Sendo assim, o próprio movimento feminista promove o preconceito contra o homem, se tornando então femista.
Bem, como posso eu amparar então assim, um movimento que se diz igualitário porém em seus atos ficam explícitos medidas que privilegiam a mulher?
É um tanto quanto ilógico esta coisa... Concordas?
Seth
Eu sou contra a mulher bater em homem, ela merece cadeia e a Lei Maria de Penha deveria ser Lei Juraci(nome comum de dois) da Penha.
E você, que é contra a Lei Maria de Penha, você acha que é correto o homem bater/espancar a mulher?
Eu sou contra os dois e quero que a Lei seja unissex( Juraci da Penha) . E você? Quanto as prostitutas que você frequenta? Sabia que as prostitutas não são amparadas pela Lei Maria de Penha?
Pois é, quando uma destas exploradas mulheres são agredidas, não existe ninguém para ajudá-las, pois, se parte do pressuposto que, se ela concordou fazer sexo por dinheiro, ela não tem direito de exigir do parceiro que ele não a agrida e use de violência no ato sexual com ela. Sabia? Vida "boa" a delas, hein?
Ah,outra coisa, não sou contra a prostituição. Sou contra a agressão às moças que são obrigadas a isso. Elas tambem merecem ser protegidas de agressores covardes! Todo mundo merece ser protegido de agressores(as) covardes, entendeu?
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