quarta-feira, 2 de junho de 2010

O feminismo e a violência.

Você deve estar pensando: “O que o Feminismo tem a ver com a violência urbana?”

E eu respondo:

Muita coisa. Se você voltar um pouco no tempo e analisar alguns fatos, talvez consiga entender meu raciocínio.

Até meados dos anos 60, a sociedade era baseada em fortes costumes patriarcais-cristãos-conservadores. Na casa, o pai era autoridade. Uma figura que inspirava respeito e certo temor, mas também admiração, sabedoria e sensação de segurança. Este não era um direito do homem, mas seu DEVER. Ao homem, cabia comandar com força e sabedoria sua família e sempre zelar por ela. O papel da esposa não era menos importante do que o do marido. A mulher também tinha sua parcela de comando sobre a casa e os filhos, porém assumia funções que não entrassem em conflito com o seu marido. A mulher não invejava o pai de seus filhos, pelo contrário, sentia-se penalizada por tamanho o fardo aquele homem tinha de carregar. Mesmo que os casais naquele tempo pouco tinham a falar entre si, havia um profundo respeito entre ambos.

Até aquela época, as moças sonhavam com um bom moço e tinham como prioridade o casamento. Não precisavam se preocupar em ralar para estudar e nem procurar emprego. A vida era tranqüila, pois bastava ser uma boa filha para seus pais, prendada, educada, honesta, que logo arrumava um pretendente.

Bom, mas aí veio a desgraça...

Um grupo de mulheres infelizes, neuróticas, com históricos de lar destruído, violência paterna, estupro na infância, alcoolismo na família (ou próprio), problemas de orientação sexual, pura insatisfação sexual (talvez por serem frígidas ou feias demais) , saiu às ruas e queimou sutiãs. A pílula tinha acabado de chegar (para casais CASADOS que pretendiam ter filhos NO MOMENTO CERTO) e seu uso foi incentivado para a libertinagem, de acordo com as teorias feministas.

Feministas diziam que a mulher era livre, pois agora poderia escolher quando ter um filho ou até mesmo não tê-lo. A virgindade já não era necessária, pois poderia TRANSAR A VONTADE, que não ficaria grávida. A mulher deveria ser independente do marido e trabalhar fora de casa. Mulheres passaram a buscar o mercado de emprego cada vez mais, deixando seus filhos cada vez mais abandonados e tirando o emprego de milhões de pais de família.

A partir daquele momento, a mulher nunca mais se esqueceu de que poderia transar indiscriminadamente, mas logo esqueceu a pílula. Homens que ainda insistiam na virgindade das moças para um relacionamento sério, passaram a ser chamados de “machistas”, “retrógrados”, “quadrados”, “caretas”, “atrasados”, “ignorantes”, “opressores” e começaram a ser deixados de lado. Já os cafajestes, canalhas, sujeitos da pior espécie, passaram a se dar bem com a mulherada. Se antes, para conseguir sexo fácil, só era possível com prostitutas ou alguma mulher de vida livre – muito poucas naquele tempo --, então tiravam a grande sorte, pois as moças de família passaram a agir feito prostitutas e mulheres livres.

Muitas meninas, na idéia de liberdade, foram defloradas e abandonadas. Homens canalhas e desonestos falavam em amor, em casamento, fingiam ser compreensivos e modernos, diziam que virgindade era coisa do passado e o que importava era o amor. Mas logo que conseguiam a garota, quando esta perdia a graça, partiam para outra conquista. A moça, que havia lembrado da mensagem “A mulher hoje é livre para transar com quem quiser e quando quiser...”, esqueceu do resto, que dizia “... pois agora existe a PÍLULA ANTICONCEPCIONAL.”

Resultado: uma legião de mães solteiras mundo afora. Uma legião de BASTARDOS!

Achou a palavra feia, ofensiva? Dane-se! Falarei quantas vezes eu quiser.

BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO!
BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO!
BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO!
BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO! BASTARDO!

Mais feio do que esta palavra é ver esta sociedade ser degenerada a cada dia que passa por uma ideologia doentia, que faz dos homens-machos demônios, seres ridículos, que devem ser perseguidos e destruídos. Você acha feio falar bastardo, mas não se importa com a tua filha adolescente indo para balada ou levando macho pra dormir na tua casa? O falso moralismo é comum nas pessoas comuns. Um sujeito faz coisas abomináveis, mas só é condenado aquele que dá o nome às atitudes do primeiro.

Bastarda é a criança que nasce fora do casamento, está nos dicionários. Se antes era palavrão, vinha do fato de que TODA MULHER DIREITA só tinha filhos depois de casada, porque esta mulher não fazia sexo antes de se casar. Se o sexo deixou de ser tabu e até mesmo deu-se a liberdade da mulher trocar de macho como se troca a calcinha, porque ficar escandalizado com uma palavra que apenas define a criança que conhece o pai ou não?

Tenho pena destas crianças. Deve triste olhar para um documento e ver um espaço vazio. A falta de um dos pais não é saudável, nunca foi e nunca será. Em qualquer cultura que estejamos, a figura materna e paterna são essenciais para uma boa formação do caráter de uma pessoa.

Com a libertinagem, muitas mulheres foram mães solteiras. Sozinhas, tiveram de trabalhar fora (querendo ou não). Seus filhos passaram a ser criados em creches, em casa de parentes ou vizinhos. Por melhor que seja uma mãe, esta não tem controle suficiente para domar suas crias quando estas resolvem se rebelar. O resultado é um enorme contingente de delinqüentes juvenis, criados sem a autoridade de um homem para coagi-los a não praticarem atos errados. Dos meninos, vemos futuros assaltantes, alcoólatras, viciados em drogas, traficantes e canalhas com as mulheres, criando uma nova geração de BASTARDOS! ; nas meninas, futuras prostitutas, viciadas em álcool e drogas, e também, mães solteiras.

Destas crianças bastardas, filhas de pais e mães solteiras, uma nova geração de viciados, criminosos e pais irresponsáveis. Um círculo maldito se criou nisso tudo. A figura de responsabilidade, força e sabedoria do pai não existe mais. O homem tradicional, o pai que educava os filhos, é visto como figura ultrapassada e desnecessária. Sua imagem é denegrida todos os dias pela mídia, onde especialistas nas áreas da psicologia, medicina, educação, ciências sociais, filosofia, dizem (sempre em tom de comemoração e alívio) que “as estruturas patriarcais estão sendo rompidas e uma nova sociedade está sendo criada”



Será que temos motivos para comemorar a vinda de uma Nova Era, da nova sociedade, livre de antigos preceitos morais cristãos? Uma sociedade ateísta, hedonista, consumista, individualista, materialista, imediatista, que não prioriza a família, o valor das tradições, da memória de nossos antepassados, o sentimentos de nossas crianças, que futuro tem?

O Feminismo destruiu a idéia de união, de sacrifícios em nome de um bem maior. Incentivou as mulheres a buscarem sozinhas o prazer e a felicidade; porém, constata-se que a maioria delas só encontrou um prazer efêmero, mas nunca a felicidade. Mulheres que, por algum tempo, sentiram-se donas do mundo, acabaram vendo que sozinhas não eram nada. Que a juventude, o vigor, a beleza, tudo passa. Então veio o desejo de ter um homem forte e protetor ao lado, filhos correndo pela casa, mas o tempo já tinha passado. Enquanto outras foram promíscuas na juventude e tiveram de arcar sozinhas com uma gravidez indesejada (termo raramente usado antes da revolução feminista), sendo preteridas pelos bons e justos homens.

Com a base da sociedade derrubada, é claro que o caos e a violência só tendem a aumentar. Apesar de eu defender a pena de morte e a execução sumária de criminosos pela Polícia, entendo que matar bandidos não é o único meio de tornar nossas sociedades um poucos mais seguras. Uma família feliz, formada por um casal unido por laços fortes de amor, respeito, entendimento mútuo, onde há cooperação e não a competição selvagem, respeito entre as diferenças e limitações de cada um, mas também de si próprios. Uma família que cultiva valores como Honra, Dignidade, Justiça, Sinceridade, Honestidade, que prioriza suas crianças e honra seus idosos e a memória dos antepassados, esta é a base para uma sociedade sadia e sem violência.

Enfim, uma sociedade como esta jamais será possível enquanto estivermos seguindo as orientações de pessoas desequilibradas e que não sabem o que é ser amado de verdade.

6 comentários:

Mauricio Trindade disse...

Olá Lobo, mais uma boa análise da sua parte. Eu poderia dizer que me encaixo no perfil de pessoas que querem obter sua indenpendência, não pretendo casar-me, mas isso eu penso agora enquanto sou jovem, mas não se sabe como será o futuro. Mas acima de tudo, eu admiro muito as pessoas que desejam constituir uma família, principalmente nos moldes tradicionais.Atualmente eu creio que nossa sociedade fica refém da sua própria hipocrisia, pois quanto mais se fala em liberdade dos indivíduos em oposição aos valores antigos, mas as pessoas tendem a ser promíscuas, e aí poucos sabem que limite impor. Eu torço para que as coisas possam equilibra-se,vejo por exemplo grupos de mulheres que aprendem a cozinhar em função do casamento, é preciso notar que a mulher não precisa se encaixa em certo padrão de imposto para ser feliz.

Igor (Feon2) disse...

Genial este post.

Indefinido disse...

De tirar o fôlego.Argumentos altamente sólidos,para feminista nenhuma abrir a boca,pois esfrega na cara delas a falta de razão para falar mais alguma coisa.E é isso daí.Não passividade da nossa parte e argumentos sólidos.

Indefinido disse...

Na época em que a mulher sec colocava no papel de dona do lar,a qualidade de vida,como alimentação,problemas relacionados à casa ficavam com ela.O homem só se preocupava com o sustento.Era consultado,pois o chefe era ele.Mas as possíveis soluções eram levadas por ela.Hoje essas ratazanas feministas reclamam de dupla jornada.Mas o homem atual,que mora sozinho,tem que se virar.Além de ter que pensar nas coisas do lar junto com as do trabalho.

Fernando oliveira da silva disse...

Falou tudo,mas também filhos de mães solteiras não virão só bandidos ou outras coisas do gênero,mais também como são criados pela influência da mãe sem a presença da figura paterna masculina acabam se tornando efeminados,e se tornam manginas quando crescem e serão os cornos mansos e CSPs do futuro.

Ana Lúcia de Santana Leite disse...

Se as mulheres fossem, de fato, valorizadas e bem tratadas como seres maravilhosos que são, não teria existido o feminismo.
As atrocidades contra as mulheres começam pela Bíblia.

Em Deuteronômio diz que se uma mulher que estiver sendo estuprada não gritar alto o suficiente, deve ser apedrejada até a morte. Nesse mesmo livro, diz que se um homem estuprar uma mulher, que ele pague uma quantia ao pai da estuprada e se case com ela.

Em Genesis, só ela que leva a culpa por comer o fruto proibido, sendo que o homem também comeu. E desde então é considerada causadora dos males da Humanidade, a única que carrega o Pecado Original.

Não há nada de vergonhoso ou inferior em ser dona de casa, cuidar dos filhos e do marido, desde que em troca, receba amor, respeito e dignidade. Só que isso muitas vezes não acontece.

Quantos casos de homens casados que transmitem DST para suas esposas por infidelidade! Quantos casos de homens que tratam a mulher como quiser, já que é o provedor do dinheiro que sustenta a casa... O marido perder o interesse porque a mulher engordou por causa da gravidez ou por cuidar mais da casa...

Mulheres que ficam desamparadas com os filhos quando o marido falece e só conseguem subempregos porque não estudaram...

Isso tudo é legal?

Sou a favor da liberdade usada com moderação ou se torna escravo (a) das más escolhas. Mas a mulher sempre foi considerada inferior ao homem. Antigamente, a mulher quando casava, era tutelada pelo marido. Tudo que tinha que fazer de burocrático, tinha que pedir autorização à ele. Isso é legal?