quarta-feira, 24 de março de 2010

O homem feminista

O homem feminista pode ser considerado uma das sete pragas do Egito. O Feminismo jamais teria chegado aonde chegou sem o apoio masculino, e hoje se mantém graças a estes seres vergonhosos, fracos e desonrados.

O feminismo é um movimento formado por mulheres infelizes, problemáticas e com sérios distúrbios de caráter. Denigrem os homens, acusando-os de oprimirem as mulheres por toda a História da Humanidade e reduzem-nos ao mais ínfimo ser deste planeta. Ainda sim, existem homens que concordam com elas e as apóiam cegamente. As mulheres feministas --- reparem! – são arrogantes ao extremo. Consideram-se as únicas detentoras da Verdade e querem impor a toda a Sociedade sua ideologia e seu estilo de vida. Feministas não respeitam opiniões alheias e não sabem contra-argumentar; ao invés disso, preferem debochar de seus opositores, tentando parecer superiores. Feministas odeiam tanto os homens, que até mesmo os seus subordinados (homens feministas) são humilhados e tratados com desdém, como se fossem servos, sempre prontos para atender-lhes seus desejos doentios.

Desde sempre, venho observando discussões em fóruns sobre Feminismo. De início, fiquei impressionado com o número de homens, pois jamais concebi que alguém pudesse ser contra o seu próprio grupo. Com o tempo, fui vendo o tipo de homem que frequenta este tipo de comunidade. É aquele sujeito tido como “sensível”, “meigo”, “tímido”, mas que na verdade, é um homem efeminado, sem orgulho e de caráter fraco; homossexual ou não.

Feministas falam que o Machismo é opressor ao homem e que também nos traz sofrimento. Em partes, elas estão certas. As regras machistas do Patriarcado cobram muito dos homens, sempre exigindo de nós que batamos nossos recordes e nos firmemos como vencedores neste mundo tão competitivo, porém, isso não deve ser visto como algo ruim. Sem as pressões, sem esta competitividade, a Humanidade jamais teria chegado aonde chegou e jamais chegará aonde ainda não alcançou. É o nosso senso de dever, nosso medo de ficar para trás, nosso orgulho que nos impulsiona. Para se tornar um homem de verdade, precisa-se trilhar um caminho tortuoso. Não é caminhando num tapete de pétalas que um homem irá conquistar seu território e obter o respeito que almeja.

Para o homem feminista, tudo isso é bobagem. Ele troca a glória, as mais valiosas mulheres por uma existência abaixo do medíocre, pois desde cedo se aceita como um covarde submisso de mulher. Ele não se importa em ser comandado por uma mulher e protegido por ela, muitos até gostam. Suas mentes são femininas, mesmo sendo heterossexuais. São dados a serviços domésticos, artesanatos; odeiam esportes de combate, histórias de violência. São tratados como cachorrinhos pelas próprias feministas. Só tem o direito de falar quando é sobre algo que convém às suas amigas. Quando levantam qualquer questão que venha a questionar um dos Dogmas feministas, são humilhados por elas e calados. Feministas dizem odiar homens machistas, porém, são mais educadas ao discutir com eles do que ao discutir com um homem feminista. Quando está na presença do machista, a mulher treme as pernas e mede suas palavras. Mas na presença de seus miguxinhos, não medem palavras e desdenham de tudo o que eles falam. Feministas não aceitam que homens dêem opinião no movimento, devendo se limitar a ouvirem quietos e só falarem quando consultados. Este é o apoio que as feministas esperam dos homens.

Ao homem feminista, as mulheres de menor valor. Mulheres honradas, de ótimas famílias, femininas, jovens e belas são para aqueles que realmente merecem. Nem aos cafas, nem aos bonzinhos, mas ao justos. Ao homem feminista, a mulher rejeitada pelos “machistas” por serem rodadas, mães solteiras, ex-viciadas e prostitutas, de beleza abaixo da média, histéricas, gastadeiras e burras. O homem feminista casa com uma delas e joga nas suas costas um fardo para o resto da vida. Terá uma mulher autoritária, que não o respeitará, que provavelmente irá manter relações sexuais com outros machos, pois sabe que será perdoada pelo maridinho-bonzinho-chifrudo.

O homem feminista é tão dedicado à sua causa, que chega a ser pior do que muita mulher feminista. Quando vê algum homem falando mal do feminismo ou das mulheres que não prestam, então ele se lembra de que é homem e tenta parecer macho para defender suas miguxas. Recentemente, um tipinho desses dedicou um post em seu blog para me atacar. Até parecia um “machão” falando, pelo número de palavrões e ofensas por metro quadrado. Todo este chilique por causa de um texto meu, onde eu defendia o machismo.

O mesmo senhor ainda postou no Orkut esta discussão. A reação desse sujeito é um indicador de que minhas palavras realmente incomodam e influenciam muita gente, do contrário, eu teria sido ignorado. Olhei o perfil do sujeito e suas comunidades, para confirmar o que venho dizendo sobre homem feminista. Não deu outra, logo de cara, vi a comunidade “Não tomamos a iniciativa” e “Timidez e depressão”. Não é a toa que um cara covarde, do tipo que espera a mulher tomar a iniciativa (do contrário, vai morrer virgem) e é todo deprimidinho tenha tanto ódio da palavra machismo (que significa “qualidades inerentes ao macho” e “aquele que é contra o feminismo”, nada a ver com “homem que odeia mulher”).

O machismo só é ruim para o homem fraco, acomodado, que desistiu de lutar para superar seus desafios e triunfar. Aquele que não tem orgulho, que não respeita a memória de seus antepassados. É exatamente por isso que no Japão, um país com excelentes indicadores sociais e o terceiro mais rico do mundo, o Feminismo não consegue entrar. Um povo orgulhoso, rígido, que homenageia seus antepassados e entende das dificuldades e responsabilidades que existem tanto em homens quanto mulheres; não é à toa que os japoneses e chineses são famosos por sua sabedoria e porque suas culturas são tão antigas. Enquanto a sociedade ocidental está fadada à sua iminente derrocada, os orientais continuam firmes. Sabem por quê? Porque lá NÃO TEM FEMINISMO. Meninos não são criados feito bonecas, mas baseados em rígidas regras. Crescem com forte senso de dever, em suas cabeças não sobra espaço para pensar na opressão feminina nem em luta de classes. Sua cabeça é a de um guerreiro, que deve lutar para proteger a honra e a integridade física de sua família.

No Ocidente, a frouxidão de costumes permitiu o surgimento dessas aberrações, tais como o homem feminista, o menino sensível, o emo, as bichas loucas, as mulheres-macho, feministas, mulheres que amam demais, entre outras formas bestiais.

16 comentários:

Mauricio Trindade disse...

De fato, existem homens feministas que são muito pior do que mulheres feministas, neste caso, é compeensível que mulheres possam defender o feminismo, pois por bem ou por mal , afinal defende interesses das mulheres, agora homens defendendo o feminismo e argumentando contra os próprios homens, é ridículo.

Igor Bonfim disse...

Eu também não consigo entender como um homem consegue odiar a si mesmo defendendo causas feministas. Vi aquele patético que dedicou um post no blog dele a vc. O cara conseguiu ser mais odioso e histérico do que muita feminazi misândrica.

Quanto ao Japão e sua cultura preservada, não tenho certeza sobre o que vc falou de lá não haver feminismo. Se aqui no ocidente surgem o emo, o homem feminista e essas outras aberrações que vc citou, lá também tem aquelas bandas de j-rock cujo os integrantes de tão extravagantes e excêntricos na aparência chegam a serem confundidos com mulheres. E a popularidade dessas bandas é alta, inclusive aqui no Brasil. Se o surgimento de tais bandas se deve a outros fatores, eu não sei. Mas não deixam de serem péssimos exemplos de homens os integrantes delas.

mazzy disse...

Li na sua descrição de perfil: Luto pelo meu direito de ser homem, heterossexual, chefe de família e de viver da forma como fui criado e como quero ser.

Mas, diga, você não acha justo que, assim como você quer garantir o seu direito de ser feliz do jeito que lhe convém, outras pessoas também deveriam ter esse mesmo direito?

Inclusive as mulheres. Não entrando no mérito de se é certo ser "libertina" ou não, se é certo acrescentar o sobrenome do marido ou não, não defendendo nenhuma bandeira em particular, mas...
Será que não seria interessante que mulheres tivessem o direito de NÃO acrescentar o sobrenome do marido, se não quiserem? Ou o direito de fazer o que bem entenderem da sua vida e da sua sexualidade, sem serem privadas de direitos por causa disso?

Eu não sei, mas me parece até meio egoísta da sua parte defender o SEU direito e querer cercear o dos outros...

A família tradicional que você defende sempre vai existir. E acredite se quiser, apesar de me considerar feminista, EU TAMBÉM SOU A FAVOR DELA! Mas ao mesmo tempo que eu quero TER O DIREITO de no futuro ter uma família tradicional, quero que a minha colega mulher aqui do meu lado tenha o direito de NÃO formar família nenhuma, se isso a fizer feliz. Não acho que a libertinagem dela vá ameaçar o meu futuro.

Diego disse...

Liga não, Mazzy.
SEMPRE tem um OTÁRIO pra resgatar mulheres nessas condições...

fusion disse...

Ótimo texto, Lobo. É a verdade que muitos não querem enxergar.

Lobo Sagrado disse...

Igor,

isso que você falou é verdade. Existe uma modinha lá chamada de “gothic lolita”, onde os caras se vestem com roupas super femininas, cheias de rendas, num estilo “dark”, além de usarem maquiagem e esmalte nas unhas. São verdadeiras drag queens, coisa bem ridícula. Apesar de vermos certas viadagens no Japão, o país, em comparação com qualquer outra potência mundial, é um país extremamente conservador (tanto ou até mais do que a Itália), baseado em fortes tradições. Basta observar as séries que vem de lá. Até hoje, a presença de personagens “marcados por papéis tradicionais de gênero” é muito forte, vide o anime Naruto. Mesmo sendo todos ninjas, não há uma única personagem feminina que almeje poder ou que seja arrogante e fique competindo com homens. Existem séries com garotas metidas a valentonas e com carinhas sensíveis, mas isso não é tão frequente e os “machões” nos animes ainda são maioria.

Lobo Sagrado disse...

Mazzy,

Não confunda as coisas. Eu jamais disse aqui que uma mulher não deve ter o direito de ser libertina. Se uma mulher quiser dar pra 1000, 2000 ou 3000, o problema – e a “periquita” é dela; o que eu digo aqui é para os homens de bem, que tem vergonha na cara jamais aceitarem uma mulher dessa por esposa. Eu não aceito uma mulher dessa pra casar comigo e nem na minha família, mas que isso não seja considerado crime. Não é porque uma mulher age de maneira inadequada, que ela deve ser presa e condenada por isso. Ser “piranha” nunca foi crime, apenas a sociedade é que nunca aceitou (só agora é que ta se abrindo...). O problema do Feminismo é este: não basta a penas a mulher ter o direito de ser “piranha”, a sociedade DEVE ACEITAR ISSO DE TODO JEITO!

Você vem me dar sermão sobre eu não respeitar o direito dos outros, mas vocês, feministas, estão fazendo o quê? Algumas feministas mais radicais propõe até mesmo a criminalização do machismo. Isso significa que um homem pode ser preso pelo simples fato de dizer que não aceitaria se relacionar com uma mãe solteira e criar o filho de outro homem. O feminismo quer impor à toda sociedade o seu modo de agir e pensar. Isso é um absurdo.

Quanto ao sobrenome, eu penso que deveria ser obrigatório, sim, a mulher aderir ao sobrenome do marido. Qual é o problema? Esta é uma tradição muito antiga e cheia de significado, como eu expliquei em postagens anteriores. Se nãpo quer o sobrenome, não case no civil. Eu nunca falei que as mulheres deveriam ser obrigadas a se casar. Eu sempre defendi o direito básico de qulquer ser humano, independente do sexo e ou raça de determinar com quem casar , se quiser casar e quando casar. Se a mulher não quer casar, que fique só. Se quer juntar sem casar, que o faça. Eu só não concordo com isso, não acho certo, mas fico na minha e não interviria se pudesse.

O que faço neste blog é alertar aos homens e mulheres de bem os males do feminismo e suas mentiras. Eu tento fazer com que estes homens acordem e tenham vergonha na cara para não se sujeitarem aos caprichos feminista. Deixei bem claro porque um homem não deve se casar com a mulher que não aceitar seu sobrenome, agora cabe a ele decidir.


"Não acho que a libertinagem dela vá ameaçar o meu futuro."

O dia em que você pegar ela na TUA cama e com o TEU marido, aí você vem aqui e defende ela de novo.

Indefinido disse...

"o menino sensível, o emo, as bichas loucas, as mulheres-macho, feministas"

E elas acham que temos que casar ou ver como mulheres,as masculinizadas como aquelas de academias,por exemplo.E tem mais.Quando nos opomos as elas,ficam histéicas achando que somos quem nem os miguxos.Mas quando damos testa,não se ousam mais

lobodeaizu disse...

Esses imbecis apoiam o feminismo pq desconhecem a desgraça que isso é, são matrixianos que alimentam a ilusão que sendo "bonzinhos" com as mulheres vão conseguir sexo e respeito por parte delas, estão ferrados mesmos.

Indefinido disse...

Com certeza Lobo.

Hamanndah disse...

Alguem poderia, por favor, se não for muito incomodo para os cavalheiros, me informar o endereço do blog desse rapaz que escreveu a respeito do Lobo Sagrado no seu blog? é porque gostaria de seguir o blog dele, é meu direito, cada pessoa segue o blog que melhor lhe apetecer, não é verdade?

Obrigada e passar bem,
Hamanndah

ofera disse...

Concordo com tudo que vc disse no texto,inclusive uma vez discutir com um homem feminista que fez um comentário totalmente histérico no youtube porque eu tinha falado muitas coisas sobre as mulheres modernas sobre a influência do feminismo,o mesmo não suporto as verdades que falei e deu um pit igual fêmea histérica e até mesmo me ameaçou de morte,eu fiquei tão abismado que decidi monitorar os videos que ele assistia,e acabei descobrindo que era mais uma viado esquerdista que defendia o comunismo e até mesmo o aborto e até via videos apoiando o movimento feminista e gayzista,esses homens feminista quando veem alguém falar mal contra o feminismo agem como machões mais no fundo são bichas defensoras de movimentos gayzistas e feministas.

Rodney Ribeiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rodney Ribeiro disse...

Quanta ignorância,hein!
Senhor Lobo Sagrado,se você é mesmo esse homem tão corajoso,a ponto de chamar os outros de "frouxos",por que não mostra seu rosto e seu nome de verdade?

Rodney Ribeiro disse...

Aliás,você fala da arrogância das feministas intolerantes com a opinião alheia,mas parece bastante arrogante e intolerante com pessoas que vivem ou pensam de maneira diferente daquela que você acha certa.
Quem é você pra chamar uma mulher masculinizada,um homem afeminado ou um emo de "bestial"?

Jorge Paz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.